sexta-feira, 15 de abril de 2011

Não procure a verdade. Simplesmente pare de dar opiniões! Admita que não sabe!

www.tvrioverde.com.br
Conforme ensinamento budistas, a iluminação não é uma opinião, mas é encontrada na ausência de toda e qualquer opinião.


Ela não é uma ideia, mas um estado de atenção da consciência que perpassa todas as ideias.


Essa consciência tem a vastidão do infinito, como o céu azul límpido, e as ideias são nuvens passando pelo céu.Quando focalizamos nossos pensamentos nas nuvens, deixamos de ver a vastidão do firmamento.


Os ensinamentos zen propõem que deixemos de nos preocupar com opiniões e adotemos uma atitude de "não saber."


Através do processo de não saber, podemos chegar a conhecer o conhecedor - a nossa Natureza Búdica.


Questões para reflexão:


- As suas opiniões estão impedindo que você perceba o que sua intuição diz a respeito da sua situação?
Pare de tentar desesperadamente ter uma opinião sobre o que está acontecendo e diga simplesmente "não sei". Aquiete as suas opiniões e as nuvens da confusão irão se dissipar e suas intuições se tornarão evidentes.


- Considere as opiniões que lhe são mais caras. Você sabe se elas correspondem realmente à verdade? 
De fato, a vida e a morte são mistérios incompreensíveis. Em vez de preencher o vazio com alguma opinião, tenha a coragem necessária para assumir a sua profunda ignorância.


No Zen, a sabedoria não é alcançada por meio de ideias sobre a vida, mas pela experiência direta da vida através da nossa ignorância.
(O baralho Zen)

Hoje é sexta-feira início do final de semana, onde muitos de nós nos reunimos com amigos, familiares,  para bater papo, descansar, comemorar, ajudar, enfim seja como for, mesmo que sozinho... Vamos praticar a não opinião sobre os assuntos. Como diz o provérbio chinês: "Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro." Devemos respeitar a liberdade da história de vida de cada um! 

Muita Paz!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Eu me perdôo por qualquer erro que possa ter cometido.

http://brubisbuuuba.blogspot.com


A culpa nunca fez ninguém se sentir melhor ou serviu para modificar uma situação. Pare de sentir-se culpado. Permita-se sair da prisão.


Um número grande demais de pessoas vive sob um pesado manto de culpa.


Quem carrega culpa acha que está sempre errado, é incapaz de agir corretamente e vive se desculpando.


Quem não se perdoa por algo que fez no passado acaba  manipulando os outros da forma como foi manipulado por seus sentimentos de auto acusação.

SE você de fato cometeu um erro do qual se arrepende, pare de culpar-se agora mesmo!


Se for possível  fazer as pazes com  pessoa que sente ter prejudicado, procure-a. Se não disponha-se a não repetir mais a ação.


A culpa procura castigo e o castigo cria dor.


Perdoe a si mesmo e aos outros.


Saia da prisão da qual VOCÊ mesmo se condenou!
(Louise L. Hay)

Muita Paz!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A era da correria!



Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas diminuímos nossos valores. 


Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver mas não a viver, adicionamos anos a nossa vida e não vida à nossos anos.


Fomos e voltamos à lua mas temos dificuldade de atravessar a rua e encontrar um novo vizinho.


Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.


Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a Alma. Dominamos o átomo mas não o nosso preconceito. planejamos mais mas realizamos menos.


Aprendemos a nos apressar e não a esperar.


Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.


estamos na era do fast-food e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno;  lucros acentuados e relações vazias.


Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.


Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e morais descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas' .


Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.


Uma era que leva essa carta à você e uma era que te permite dividir essa reflexão.


lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama; elas não estarão aqui pra sempre.


Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, em seus amigos, isto não te custa um centavo sequer.


Lembre se de dizer 'eu te amo', mas em primeiro lugar: SE AME... SE AME MUITO.


Um beijo e um abraço curam uma dor, quando vem de lá de dentro.


Valorize sua família e as pessoas que estão do seu lado sempre!


(George Carlin foi um humorista, autor e ator norte-americano. Carlin era um crítico da sociedade, o que lhe tornou famoso e ao mesmo tempo fez com que fosse preso algumas vezes. )   


  
Muita Paz!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Você sente pena?


http://www.silenciointerior.net



Você sente pena? O que está por trás deste sentimento


Não é preciso procurar muito para encontrar alguém que esteja passando por um momento de sofrimento. Quanto mais próximo, maior a nossa tendência em sentir pena e sofrer junto com a criatura. Há também aqueles que sentem pena de tudo e todos, até mesmo de pessoas que vêem na televisão, nas ruas ou de outras que apenas ouviram falar através de um amigo. Parece algo natural: se eu vejo alguém sofrendo, sinto-me mal com aquele sofrimento e assim tento ajudar. Se consigo ajudar sinto um certo alívio. Se não consigo ou não tenho a possibilidade, além da pena, surge também o sentimento de impotência.

Mas o que verdadeiramente está por trás do sentimento de pena de forma inconsciente? Respondo. A culpa em estar em uma situação melhor, por não carregar aquele problema que o outro carrega. Em resumo, é a culpa em ser feliz. Como posso me sentir bem se tal pessoa (filho, pai, mãe, amigo, parente, criança de rua, população de tal país...) está sofrendo? Como não nos permitimos nos sentir bem quando outras pessoas estão sofrendo (e sempre tem gente sofrendo), criamos então um sofrimento para nós mesmos: culpa e pena.

A partir desses sentimentos, criaremos ainda mais situações nas nossas vidas para nos igualarmos aos outros. Obviamente, fazemos isso na maior parte da vezes de forma inconsciente. Vou explicar melhor como isso funciona.

Vamos supor alguém que tem uma situação financeira razoável e que sente muita pena quando vê um conhecido em situação difícil. Essa pessoa poderá usar vários mecanismos para aliviar esse sentimento. Talvez ela empreste ou doe dinheiro a pessoa. Tem pessoas que vivem perdendo dinheiro dessa forma: emprestando para pessoas em dificuldades que acabam não pagando. Muitas amizades já se acabaram por isso. A pessoa pode até ficar com raiva do devedor, mas em um nível mais profundo, ela desejou perder aquele dinheiro, houve um ganho inconsciente do alívio da culpa.

Mas caso essa pessoa não possa ajudar todo mundo, afinal de contas, tem muita gente sofrendo com a pobreza e é impossível ajudar a todos, uma forma de aliviar esse desconforto é causar sofrimento a si mesma. A pessoa acaba criando situações financeiras difíceis pra sua própria vida.

Inconscientemente, quando sentimos pena das pessoas pobres é como se quiséssemos também ficar na mesma situação delas para assim aliviar a culpa em ter uma vida melhor, já que não conseguimos tirá-las da pobreza.

Pode parecer irracional, absurdo, mas o inconsciente é assim mesmo. Se você for pobre como eles, então, não há razão para se sentir culpado. Talvez você até pense que seria bom que tudo mundo saísse da pobreza, mas como não é essa realidade atual e muitos acham que não é possível que todos tenham uma vida próspera (o pensamento de que só tem pobre porque tem rico e etc...), é mais fácil sabotar o próprio crescimento financeiro e ficar numa pior para se sentir aliviado por um lado.

O cúmulo dessa sabotagem é quando a pessoa perde ou doa tudo e vira mendigo. Ela não ajudou a resolver a pobreza, mas agora não sente mais culpa, e passou a ser parte do problema. Outras pessoas agora sentirão pena e culpa ao vê-la.
Esses mecanismos sabotadores acontecem de outras formas. Uma mulher que seja muito bonita pode ser sentir mal ao ser elogiada na frente de outras que sejam, vamos assim dizer, menos favorecidas esteticamente, e acaba não se cuidando tanto ou se escondendo. Um filho de uma mãe depressiva se sabota e não se permite ser feliz pois inconscientemente sente que não seria justo já que sua mãe sofre. Isso é comum demais, e está sempre presente em algum nível nas famílias, principalmente naquelas com depressão e outros tipos de sofrimento mais intensos.

Os familiares tendem a sofrer uns com os outros como uma forma de solidariedade doentia. Assim, o filho cria uma vida difícil, entra em relacionamentos que causam sofrimento, não busca um trabalho terapêutico para se ajudar, e quando busca e começa a melhorar... muitas vezes larga o tratamento para se sabotar e não ficar mais feliz. 

No nível racional, desejamos nos libertar do sofrimento e ajudar nossos amigos e a família. No entanto, ao sentir pena e culpa, alem de nos causar sofrimento, nossa tendência será tomar atitudes que vão ajudar a manter padrões negativos das pessoas. Atrapalhamos o crescimento alheio ao invés de ajudar. É o caso dos pais que ajudam o filho de forma ilimitada por sentir pena e não querer que ele sofra. O filho pode ser tornar inseguro, ou vira um inconsequente. Ao sentir pena da mãe em depressão, os filhos cedem aos mais variados tipos de chantagem emocional (direta ou indireta) e alimentam o vitimismo e a depressão dela. Quando estamos envolvidos nessas situações, é muito difícil enxergar tudo isso.

Outras situações comuns onde ocorre a "tabelinha" culpa/pena que ajudam a manter os padrões negativos: casos de doenças graves, alcoolismo, dependência de droga, obesidade e etc... Em resumo, quando sentimentos pena, estamos, na verdade, é nos sentindo culpados e desejando inconscientemente sofrer junto com as pessoas. Além disso, esses sentimentos nos levam a agir de forma a incentivar outras pessoa a se manterem em um padrão negativo, mas pensamos que estamos ajudando.

O que fazer? Devemos nos tornar pessoas frias e insensíveis? Muitos pensam que, se a pessoa não sente pena, ela é egoísta, uma pessoa má. É mais um equívoco do ego que está sempre buscando formas de justificar a necessidade de sofrer. Permitir a si mesmo ser feliz e estar em paz não é ser insensível, pelo contrário. Ajudamos mais quando somos mais felizes, assim, não cairemos nos mecanismos sabotadores de alimentar o padrão negativo dos outros.

Quando criamos consciencia disso, muito da auto-sabotagem inconsciente que a pessoa vinha praticando desaparece. A mulher bonita passa a gostar de se arrumar e aparecer sem constrangimento. Os pais conseguem dizer não e impor limites, entendendo que o sofrimento do filho faz parte do seu crescimento. O filho que tem a mãe depressiva se permite ser feliz e deixa de cair na chantagem emocional que alimenta o vitimismo. Deixamos de entrar em enrascadas financeiras e começamos a prosperar.

Um trabalho terapêutico nos ajuda a criar consciência de sentimentos às vezes tão inconscientes.


(André Lima)
www.eftbr.com.br

Muita Paz!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Ensinamentos Zen!

http://www.allposters.com.br
Muito embora os ensinamentos Zen nos orientam para  pensamentos positivos e boas ações, sua revelação máxima é que a verdadeira natureza da mente está acima de todos esses pensamentos limitados.


Eles nos incitam a abandonar o julgamento negativo que fazemos de nós mesmos e a nos aceitar como somos.


Se aceitamos que estamos no processo de despertar espiritual, a vida torna-se uma espécie de curso de conscientização.


Somos alunos porque temos algo para aprender e, portanto, não faz sentido criticar a nós mesmos por sermos ignorantes .


O mestre Seng-r'san ensina: "Viva com a consciência Zen e deixe de se preocupar com o fato de não ser perfeito."


Disseram certa vez à uma menina má que rezasse para Deus fizesse com que ela se comportasse bem. O comportamento dela não melhorrou e ela, portanto concluiu que Deus gostava dela exatamente do jeito que ela era. Ser zen é ser você mesmo -- do jeito que você é.


Questões para reflexão:


* Você se aceita do jeito que é?  Considere-se em processo de aprendizagem e não critique suas imperfeições, mas aprenda com elas sempre que possível.


* Abandone todas as idéias que tiver sobre como você acha que deveria ser. Concorde em ser exatamente como você é -- incluindo o seu desejo de ser melhor e o seu malogro em conseguí-lo.
Fique sentado por um tempo sentindo que a vida gosta de você exatamente do jeito que você é, senão ela teria feito você diferente.


(Timothy Freke -  O baralho Zen)

Faz sentido, não faz?

Muita Paz!

domingo, 10 de abril de 2011

Estou dando o primeiro passo em direção à cura.

http://pastorfelipemiranda.blogspot.com


No momento em que você começa a fazer afirmações, abandona o papel de vítima.


Você não é mais indefeso.


Está reconhecendo seu próprio poder.


Uma afirmação é um ponto de partida.


Ela abre caminho.


Ao fazê-la, você está dizendo a seu subconsciente: "Tenho consciência de que existe algo que posso fazer pra mudar"


Ao repetir a afirmação você se apronta para abandonar as velhas crenças, fazendo dela uma verdade, ou , deixe-a abrir novos caminhos para você.


Quem sabe você terá uma ideia luminosa ou um amigo lhe telefona dizendo: "Já experimentou fazer isto ou aquilo para resolver o seu problema?"


Tenha certeza de que você será conduzido a dar um novo passo que o ajudará em sua cura.

(Meditações para despertar a cura  interior)

Muita Paz!

sábado, 9 de abril de 2011

Casar-se de novo, por Arnaldo Jabor.


http://my.opera.com
"Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com  a mesma mulher.
As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam à minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para  manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.   Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue: Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade.  Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.  O segredo do casamento não é a harmonia eterna.Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com  a mesma mulher. O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.

   Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção? Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês - por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge. Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. 

   Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.

   Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação .

   Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos. 
    Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.  Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento. Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior. 
  
Não existe essa tal "estabilidade do casamento" nem ela deveria ser almejada (muitas vezes é confundida com "acomodação", o que é cruel...). O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos . A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto . 
   
 Todo cônjuge precisa evoluir: estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento .

   Isso é necessário também no trabalho, porque não na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.

   Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.

   Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. 
  
  Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário  casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par."
Arnaldo Jabor


Inspirador!!!!
Muita Paz!
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