domingo, 14 de outubro de 2012

O Processo de Desintoxicação!


Texto: Mensagem Mestre Ophelius recebida por Chris, 
Michigan, Estados Unidos em 16 de Setembro de 2012

“Hoje, iremos falar sobre o processo de desintoxicação. Muitos de vocês ouviram falar deste processo de limpar as toxinas prejudiciais do corpo que têm se desenvolvido ao longo de anos de ingestão de alimentos processados e de produtos farmacêuticos que podem levar a graves doenças físicas. Semelhante a este processo de desintoxicação do corpo, deve-se considerar a desintoxicação da mente – a limpeza de venenos insalubres que afetam a vida emocional e espiritual. A maneira de ter pensamentos e sentimentos saudáveis e uma vida espiritual fértil, é remover os venenos que bloqueiam a luz e escravizam a mente.

“Quando a pessoa se sente bem fisicamente, isto afeta o “clima emocional e espiritual” do indivíduo. Este é um primeiro passo adequado e necessário: sentir-se bem fisicamente, mas a fim de fazer isto, deve haver em primeiro lugar, a intenção de se tornar saudável. Esta intenção de se tornar saudável deve também incluir a saúde emocional e mental, pois não se pode tornar íntegro e somente cuidar do corpo e ignorar a mente. Todos os sistemas trabalham juntos – corpo, mente e espírito.

“Os médicos, especialmente nas culturas ocidentais, concentram-se principalmente no tratamento de doenças físicas, enquanto que eles quase que ignoram completamente a condição mental do paciente, o que em muitos casos, é a causa principal para a manifestação física de doenças. O que entra na mente tem um grande efeito sobre o que sai da mente. Sabemos que ter maus hábitos alimentares será prejudicial a nossa saúde física, mas será que consideramos a ingestão de maus pensamentos que fazem com que más atitudes, sentimentos inadequados e energia escura sejam transmitidos ao mundo exterior? Devemos considerar isto se desejamos nos tornar íntegros.

“Vocês querem mais amor, felicidade, paz e alegria em sua vida? Naturalmente que querem, pois se vocês verdadeiramente desejarem estas virtudes em sua vida, devem remover as coisas que os impedem de tê-las. Para ter mais amor, devem ser mais amorosos – vocês não podem atrair o amor, até que dêem amor. Vocês não podem ser felizes, até que façam alguém feliz através da bondade amorosa, da orientação atenciosa e da amizade. Vocês não podem ter paz até que liberem os pensamentos de vingança, ódio, malícia e ressentimento – todos eles emoções e pensamentos negativos. Vocês não podem sentir alegria, até que toda divisão seja extraída de sua mente e a unidade se instale em sua alma.

“Onde vocês começam? Comecem por desligar o fluxo de informações negativas que bombardeia continuamente a sua mente. Desliguem a TV e o rádio e removam a tagarelice incessante que atravanca a mente e lhes diz como pensar, sentir e que opiniões devem ter. Deixem de assistir a violência como uma forma de entretenimento. Como podem ter paz, quando cenas de assassinato e vingança se tornam as memórias de sua noite? Como podem ter uma opinião saudável quando aceitam os pontos de vista polarizados da mídia politizada?

“Há um equilíbrio saudável, meus amigos, permaneçam acima das mentiras e dos medos que são continuamente trazidos diante de vocês nesta “era da informação”. Criem um tempo para a quietude e a meditação – limpem a mente de todas as toxinas do mundo e tenham gratidão, estejam em paz e enviem pensamentos de amor ao universo. 
Deixem que Deus os preencha com amor incondicional e os instrua sobre como desenvolver uma alma saudável.

Muita Paz!

sábado, 13 de outubro de 2012

Como lidar com o medo!



Autor: Shon Thor, de Órion
Canal: Heloísa Fagundes

Medo da perda, do desconhecido, da mudança, de conturbações sociais ou econômicas, do fracasso, da rejeição, da incompreensão, de perder o emprego, de ficar sem dinheiro, da escassez, da morte, do medo. Olhem quantos medos. Se abrirmos o baú, ficaremos horas falando eles.
O grande medo primário é o medo de morrer. Posso ter medo de ser assaltado, por exemplo, mas no fundo o que temo mesmo é a morte. Na verdade, o ser humano, quando nasce, tem uma única certeza: a de que um dia vai morrer. Temos medo daquele momento final, em que passamos para o outro lado. Se eu encaro o fato de que, assim como nasci sozinho, vou morrer sozinho, me apaziguo sobre a idéia do medo. Na verdade, só quando pudermos aceitar a morte como a outra face da vida é que poderemos viver sem medo, pois o máximo que pode nos acontecer é morrer.
O resto dos medos resumem-se ao medo de viver e ao medo da rejeição, de não ser amado. Poucos de vocês sentiram-se realmente amados e acolhidos pelos pais na infância.
A criança tem uma forma diferente de decodificar o mundo da do adulto. Ela é só sensibilidade, não tem as proteções da racionalidade que vocês têm. Para ela, é muito difícil esse viver, principalmente até os seis, sete anos. Vejam que suas experiências de infância com relação ao amor são tão difíceis que muitos lembram pouco ou quase nada disso - precisaram se entorpecer para não sentir as dores que tiveram quando crianças. Então, esse medo de não ser amado sempre vai existir; é o medo da criança que está dentro de cada um de vocês.
A partir do momento em que você, como adulto, aceitar que alguns não o amam (porque a criança quer ser amada por todos), pode se trabalhar e se permitir conviver com a idéia de que nem todo mundo vai amá-lo. Com isso, você ficará bastante aliviado com relação ao medo da rejeição. Você não tem que ser perfeito. Você é apenas aquilo que é. Alguns podem gostar, outros não. O que se pode fazer?
O medo da falta ou perda da abundância está muito ligado a problemas familiares ou de infância. A criança não sente falta de bens materiais se ela for nutrida amorosamente por ambos os pais. Ela pode agüentar um prato muito pobre, falta de agasalho, viver numa casa humilde, pode agüentar essas coisas porque não tem termos de comparação; não sabe que existem casas maiores e mais aquecidas e mesas mais fartas - e o que traz a infelicidade é sempre a comparação. Se a criança for nutrida amorosamente pelos pais, não terá medo da perda da abundância. É tudo uma questão de auto-aceitação.
Você está tranqüilo consigo mesmo quando sabe que o mundo o aceita (quando os seus pais o aceitam, o mundo o aceita). Se você não tem algo aqui, arruma lá, vai montar uma lojinha na rua, vai fazer sanduíches para vender, vai ter milhares de outras opções para sobreviver. O medo da perda da abundância, na verdade, bate no medo da rejeição e na insuficiência amorosa vivida na infância.
Sombras do passado - Há medos que vêm de vidas passadas. Como vocês sabem, uma grande parte das memórias dolorosas são de encarnações passadas que ficam impregnadas no sistema nervoso central. A partir do momento em que tenham alguma experiência que traga reminiscências, entram naquela faixa do passado outra vez. Essa faixa de medo ancestral vem em pensamentos que nós chamamos de pensamentos de fundo.
Temos dois tipos de pensamentos. O pensamento de frente é aquele óbvio, que tem forma, começo, meio e fim; é concreto, mais claro, mais elaborado. Já o pensamento de fundo é amorfo, indefinido e permeia os outros pensamentos. Fazendo uma comparação, é como se estivéssemos num palco onde atuam os atores e, por trás dele, houvesse outro palco, com outra peça, como um teatro de sombras. Assim são os pensamentos de fundo; eles vêm do passado. As pessoas sentem esse medo na forma de um temor, um mal-estar e dizem: não sei o que é... só sei que estou com medo.
Esse é um dos piores medos, pois não se conhece sua causa e ele fica lá no fundo, presente, e é difícil de ser trabalhado. Sempre que começarmos a senti-lo, devemos parar para olhá-lo de frente e fazer um raio X dele. É preciso analisá-lo e dissecá-lo. Mais adiante, vamos falar como trabalhar com ele.
O medo também pode ser incutido por formas-pensamento do inconsciente coletivo. O homem é o que ele pensa, e a grande maioria dos homens modernos pensa com medo. Milhares de temores fazem parte do seu dia-a-dia. O que ele vê na televisão ou lê nos jornais são fatos atemorizantes, que o fazem achar que está vivendo num mundo totalmente caótico. Mas, o que vocês às vezes se esquecem é que tanto a televisão quanto os jornais são baseados no que chamamos faits divers, fatos diversos, extraordinários. Eles são o retrato de ocorrências anormais. Aquele homem que sai de casa para trabalhar e volta para casa, aquela senhora que ficou preparando as coisas para os filhos - esses não dão notícia.
Essas formas-pensamentos de medo ficam penduradas ao redor de vocês como se fossem enfeites de uma árvore de natal e acabam impregnando-se em seu corpo emocional. É como se uma grande nuvem unisse todos vocês, principalmente nas questões que envolvem o corpo emocional. Numa empresa, por exemplo, onde se vibra a desarmonia, existem grandes tensões ou o chefe está desequilibrado, todos são contaminados e passam a agir em desequilíbrio, desarmonia e tensão.
Como lidar com os medos - Cada um vai fazer uma lista dos seus medos. Depois, vai priorizá-los e começar a trabalhar com eles do menor para o maior. Comecemos, vamos dizer, pelo medo de barata. Simule internamente o encontro com a barata. Analise seus sentimentos com relação a ela, pense no que fazer. Exercite isso até que, um dia, quando encontrar uma barata, você vai simplesmente pegar um inseticida sem lembrar do seu medo. Comece trabalhando cada pequeno medo até poder encarar os grandes e dissecá-los. É preciso encarar cada medo com tranqüilidade, compreendendo que eles fazem parte de registros ancestrais ou até de registros familiares e que não nasceram com você.
O medo é aprendido. Por que o índio é destemido? Porque sua sociedade trabalhou isso nele desde pequeno, acostumando-o com a floresta, os animais e as outras tribos. Ninguém ouviu falar de índio com medo por causa dessa cultura. A criança não nasce com medo, e se ela o aprendeu, pode desaprendê-lo. É uma questão de treinamento.
Procurem, na infância, lembranças de situações em que não tiveram medo. Por exemplo, um dia em que foram a um circo e passaram a mão sobre a cabeça de uma oncinha sem nenhum temor. Resgatem aquela sensação de conforto, de não ter medo, tragam para sua vida de agora, para enfrentar o medo que está sentindo.
Olhe seus medos com mais tranqüilidade. A compreensão será sempre maior, filhos, quando aceitarmos que nem uma folha cai da árvore sem que haja o Conhecimento Universal sobre isso, sem que haja uma razão - embora possa ser muito difícil para vocês, no momento, compreender isso.  A malha das encarnações, experiências e seres que vão se encontrando é tão intrincada mas tão perfeita, que é difícil de aceitar. Até aquela folha que caiu da árvore já estava prevista. Se é assim, um medo que eu criei - como o de perder o emprego, por exemplo - não tem razão de ser porque só vai acontecer se o desenho de minha vida for para que isso aconteça. E se eu sou o arquiteto da minha própria vida, terei condições de ultrapassar essa fase, vibrando na coragem e na harmonia.
A partir do momento em que aceitam o fluxo da Energia Universal (Energia Cósmica), ela começa a passar por todos os canais de seus corpos e o medo não mais deverá estar presente. Se não existirem obstruções, que são os pontos de conflito (uma mente perturbada ou um coração endurecido onde a energia não flui), os eventos exteriores transcorrerão de maneira harmoniosa, não havendo necessidade do temor. Se vocês se vêm dentro de seus Corpos de Luz, com a energia fluindo com harmonia, podem ter a certeza de que, aos poucos, ao reeducar seus pensamentos e sentimentos, a infelicidade desaparecerá e vocês irão ao encontro à tranqüilidade, percorrendo o aprendizado que precisavam realizar.
A primeira experiência de modificação é viver sem medo. Você pode sair na rua para passear porque sabe que nada de mau vai acontecer. Pode se expor da maneira que quiser, ficar tranqüilamente numa platéia de quinhentas mil pessoas porque aceita que tudo está no lugar onde deve estar. Além do mais, vocês são como pequenos arco-íris, com diferentes nuanças de vibração em seus corpos sutis. Conforme se comunicam, passam vibrações um para o outro, numa mesma sintonia, como um diapasão. Se você vibra num tom, o outro devolve para você o mesmo tom. Se o tom for de harmonia, de tranqüilidade ou de vitória, o outro não devolverá a vocês raiva, medo ou qualquer coisa contrária ao que emitiram.
Vocês acharão graça do que vou falar, mas a verdade é que o ladrão é um grande sensitivo. Ele sabe escolher muito bem a pessoa que está com medo de ser assaltada. O mesmo ocorre com o cachorro, que sempre vai atrás de quem tem medo, atraído pela vibração. O ladrão também localiza, no meio da multidão, aquele que vibra desarmoniosamente. Por todos esses motivos, é bom que a gente abandone mesmo o medo.
A partir do terceiro milênio, não mais será necessário um aprendizado de tanta dor e sofrimento. Os novos aprendizados serão feitos com alegria. Em vez de provas rudes, provas cada vez mais leves, apenas para checar se aquele preguinho na parede está firme. Esses pequenos testes serão encarados como pequenos inconvenientes e, uma compreendidas as lições que eles trazem, não mais voltarão a ocorrer em suas vidas
Volto a pedir que façam uma lista daquelas circunstâncias que estão sempre se repetindo para que possam perceber qual é a mensagem que a espiritualidade está mandando, e o que vocês têm que aprender com esses acontecimentos.
Proponham-se, realmente, e de uma vez por todas, a erradicar o medo. Ele não será mais necessário neste milênio. Vocês vão se tornar aquele índio valente, tranqüilo e harmonizado com a sua função no mundo - porque a função dele é ser um índio, viver como um índio e morrer como um índio, com os seus próprios valores.
Que vocês possam encontrar dentro de si esse valor maior que norteará suas vidas no terceiro milênio. Esses valores, absolutamente, não abrangem o medo.
Vamos firmar uma espécie de compromisso. Leiam o trecho abaixo em voz alta para lacrar, no astral, sua intencionalidade de erradicar o medo completamente de suas vidas:
"Eu, nesse momento, plenamente consciente do Ser Divino que sou, passando por uma experiência na tridimensionalidade, aceito, de uma vez por todas, o meu compromisso universal de ser Luz. Portanto, todos e quaisquer sentimentos contrários a esse momento único de iluminação, daqui para a frente, deverão ser abandonados. Nesse momento, é meu compromisso junto ao plano espiritual e junto às Consciências Cósmicas abandonar, de uma vez por todas, o sentimento de medo e ansiedade, completamente desnecessários para essa nova fase da minha vida. Solicito à Alta Espiritualidade a Iluminação, o Discernimento e a Vontade para que eu possa encarar de uma vez por todas as minhas ansiedades e os meus medos, sabendo que são contrários ao Amor e a Fé. Que a luz da Alta Espiritualidade possa encontrar o reflexo dentro de mim, para que tudo isso possa acontecer. Que eu possa permanecer num mar de Harmonia, Alegria e Amor."
É muito importante que cada um de vocês possa passar para os amigos e conhecidos esse tipo de trabalho, para que eles também possam superar suas ansiedades e seus medos.
Muita Paz!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Os Dez passos para se Amar!




Texto: Louise Hay

1 - Parem com toda a crítica
- A crítica nunca muda coisa alguma. Recusem criticar-se.
Aceitem-se exatamente como vocês são. Todos mudam.
Quando vocês se criticam, suas mudanças são negativas.
Quando se aprovam, suas mudanças são positivas.


2 - Não se alarmem
- Parem de se aterrorizar com seus pensamentos.
Encontrem uma imagem mental que lhes dê prazer e imediatamente desviem os seus pensamentos para algo agradável.


3 - Sejam gentis, bondosos e pacientes –
tratem-se com paciência, gentileza e bondade.
Tratem-se como fariam com alguém a quem amassem.


4 - Sejam gentis com sua mente.
Odiar-se é somente odiar os seus próprios pensamentos.
Mudem gentilmente os seus pensamentos para pensamentos mais amorosos.

5 - Elogiem-se.
A autocrítica deprime o espírito interior.
A exaltação o edifica.
Afirmem a vocês mesmos como é apropriado o que estão fazendo com tudo.


6 - Apoiem-se.
Aproximem-se dos amigos e permitam com que eles os ajudem.
Ser forte é pedir por ajuda quando mais precisam.


7 - Sejam amorosos com seus pontos negativos -
Reconheçam que os criaram para satisfazer uma necessidade.
Agora estão encontrando novas maneiras positivas de preencherem estas necessidades.
Liberem os velhos padrões.


8 - Cuidem do seu corpo -
Aprendam sobre nutrição.
O que o seu corpo necessita para ter a energia e a vitalidade ideal?
Aprendam sobre exercícios.
Estimem o templo em que vocês vivem.


9 - Trabalho do Espelho
- Olhem dentro dos seus olhos freqüentemente.
Expressem o sentido crescente do amor que sentem por vocês mesmos. Perdoem-se por tudo, enquanto se fitam no espelho.
Uma vez ao dia digam -
"Eu amo você" para vocês mesmos no espelho.


10- Façam-no Agora
- Não esperem até que vocês fiquem bem, percam peso ou recebam um novo emprego.
Comecem agora, façam o melhor que puderem.

Muita Paz!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Elevando a Sua Frequencia e Curando a Terra!



Texto: Mensagem canalizada por Selácia (Direitos Autorais 2011  www.selacia.com )

Algumas vezes, pode parecer como se vocês estivessem esperando um longo tempo pela Nova Terra baseada no amor. Na realidade, porém, nenhuma espera está envolvida quando vocês estão no caminho ativo da ascensão. Isto significa estar presente e tomar medidas com base na consciência.

Na verdade, quando vocês aplicam a consciência as suas escolhas, vocês têm uma ferramenta para elevarem a sua frequência e ajudarem a Terra ao mesmo tempo. Isto é porque vocês estão integralmente conectados com a humanidade e com o planeta – quando a vibração de sua energia aumenta, vocês elevam o todo.

O que está acontecendo agora é que as pessoas como vocês, em todo o mundo, estão despertando e se tornando conscientes de como a energia funciona. Vocês estão aprendendo sobre o impacto dos seus pensamentos em relação ao que manifestam. Vocês estão descobrindo como estarem mais presentes e ativamente envolvidos com o mundo

ELEVANDO A SUA FREQUÊNCIA

A cada vez que vocês escolhem o caminho mais elevado do espírito e se recusam a participar da mesquinhez, vocês estão elevando a sua frequência. A cada vez que se sentem irritados e transmutam a sua raiva em vez de agir sobre ela, vocês criam mais luz no planeta. Estas coisas podem parecer simples ou insignificantes quando vocês refletem sobre o péssimo estado do mundo – mas elas são incrivelmente poderosas!

Por causa dos desafios destes tempos, vocês podem algumas vezes se sentirem impotentes. Podem se sentir frustrados, também, incapazes de manter promessas que fizeram a si mesmos de serem amáveis e amorosos, não importa o quê. Sim, isto é difícil e desde que estão desenvolvendo um trabalho, algumas vezes faltarão ao cumprimento de suas melhores intenções. Às vezes, também, pode parecer como se vocês não tivessem escolhas ou nenhuma opinião no que acontece em seguida.

SEU PODER DE ESCOLHA

Quando se sentirem assim, lembrem-se de seu papel como um Criador de Mudanças Divino – um papel que vocês foram codificados a representar bem antes de nascerem. Neste papel, vocês se conectam com o seu poder de escolha consciente, decidindo ativamente como responderão à vida, a cada minuto de cada dia. Vocês fazem isto em um continuum, não tendo começo e nem fim.

Vocês sabem instintivamente que apesar dos contínuos desafios e de uma crescente lista de questões que vocês não podem responder, não são menos poderosos agora – vocês estão recordando do seu verdadeiro poder. Quando se conectam com o seu eu capacitado e transformador divino, encontram os seus desafios diretamente, um a um.

Sejam gentis com vocês mesmos enquanto navegam no caos atual. Deixem ir a autocrítica e as preocupações sobre o que poderia acontecer a seguir. Seu caminho agora é passo-a-passo, fazendo o melhor possível e mantendo positivo o seu foco.

O QUE DIMINUI A FREQUÊNCIA

A reclamação e a culpa irão diminuir rapidamente a sua frequência – fazendo com que a sua visão das circunstâncias seja distorcida. Se saírem do caminho assim, lembrem-se do seu poder de mudar o canal dos pensamentos em sua própria cabeça.

O mundo em que vivem, muda, quando vocês mudam o seu foco. Isto acontece com uma pessoa de cada vez. Quando se lembrarem de que são esta pessoa que pode mudar a sua visão no momento – e escolherem a visão cheia de luz e não a negatividade – vocês fazem a sua parte, criando um mundo mais amoroso.


Muita PaZ!

domingo, 7 de outubro de 2012

O Significado da Vida!



Texto: Owen Waters  http://www.infinitebeing.com/   
Tradução: Regina Drumond Chichorro


Assim como havia regras para entender a Velha Realidade, há regras que são mais bem adotadas quando se atua na Nova Realidade.

A Velha Realidade se tratava de adquirir coragem e desenvolver o intelecto.
A Nova Realidade se trata do amor incondicional e da plenitude interior.

A plenitude é a integridade pessoalmente inspirada sem os “deverias” que outros possam tentar lhes impor.

A frequência da consciência na Nova Realidade é centrada no coração. O amor incondicional vem naturalmente. Vocês precisam apenas permitir que ele flua através do seu coração e permitir que esta energia seja quem vocês são.

Quando vocês mudam para a consciência expandida da Nova Realidade, o universo se reorganiza ao seu redor para refletir esta realidade superior. Regras impostas externamente são substituídas por escolhas internas, baseadas no amor.

Tornar-se íntegro é se tornar harmoniosa e plenamente funcional. Em tal realidade, vocês se tratam e aos outros com amor incondicional e cuidado. Importar-se menos do que isto consigo mesmo, ou com os outros, significaria ser menos íntegro.

Vocês são uma expressão do Ser Infinito, enquanto ele se experiencia a partir de todas as perspectivas possíveis. Sua perspectiva é única, como a de todos. Este é o ponto de todo o exercício – o Ser Infinito experienciar a vida a partir de tantas perspectivas quanto possível.

A fim de melhor apoiar esta missão primária da experiência humana, precisamos celebrar a nossa própria singularidade e apoiar os outros em seus esforços de desenvolver as suas próprias habilidades e talentos. A Unidade é a nossa natureza espiritual, entretanto, ela é encontrada através da celebração de nossa diversidade na causa comum de desenvolver o nosso potencial ao máximo.

O Um é o Todo e, como partes do Todo, somos essencialmente o Um.
No nível mais profundo da consciência, nós somos o Ser Infinito.

A jornada de todos é única, porque é assim que a vida foi projetada. Não há um tamanho único para toda a filosofia. No entanto, podemos aprender sobre as leis universais que nos ajudarão a alcançar o nosso potencial na vida.

Seu espírito é não físico e, portanto, tem capacidades mais elevadas do que o seu cérebro físico.

Seu espírito é imortal e ele evolui com a experiência.

Cada um de nós está em seu próprio caminho, de volta à Fonte da qual viemos originalmente.
Para chegarmos lá, nós evoluímos continuamente em consciência, experienciando a vida.

O significado da vida é evoluir em consciência.


Muita Paz!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Meditação para Parar a Mente e entrar em Sintonia com a Memte Natural!



Texto: Dr. José Argüelles - Valum Votan

Em atenção à falta de paz no mundo - muito menos os prospectos para a paz universal antes de 2012 - como também a confusão geral nas relações humanas, o caos moral que penetra a sociedade, e a incerteza e instabilidade emocional que infestam virtualmente todo humano na Terra hoje, não há dúvida que o problema número um que afeta o planeta é a inabilidade humana de controlar a mente. Onde começa a guerra? Em um pensamento que a mente não pôde controlar. Se todos na Terra praticassem verdadeiramente o controle da mente, não haveria guerra.
O problema de controlar os pensamentos gerados pela mente é composto geralmente por imersão na esfera cibernética e sociedade industrial.
Apenas considere isto: Quantas horas por semana você gasta em frente a sua tela de computador - surfando na internet, escrevendo e-mails, ou qualquer outra coisa, processamento de dados, trabalho gráfico ou escrito que você possa estar fazendo no computador? 10-15 horas, talvez mais. Quantas horas você passa em frente à tela da televisão vendo a programação normal ou jogando todas as semanas? Outras 10-15 horas? Quantas horas assistindo a um vídeo de longa-metragem ou filme por semana? Talvez 6 a 8 horas? Quantas horas dirigindo seu automóvel cada semana? Dependendo de onde você trabalha, talvez outras 10-20 horas. Faça uma lista honesta e quanto isso dá?
Algo entre 30 a 50 horas por semana é a média provável.
Isso é quanto tempo por semana você está colocando sua mente sob o controle de uma máquina ou de processo dominado por uma. Melhor colocado, é quanto tempo por semana a sua tela mental é controlada pelo que aparece em uma tela de monitor - ou o pára-brisa de seu automóvel. Sem mencionar as pessoas cujos trabalhos são dominados pelo computador – um número que cresce rapidamente. Humanos no banco, nos caixas de lojas, estações de trabalho para processamento de informação e dados, etc., tudo ligado, de fato, ao computador. Assim, o número de horas que o humano comum gasta com a tela mental de realidade virtual que substitui a sua tela mental natural é enorme.
O ponto é não demonstrar quanto tempo somos dominados pela máquina (embora realmente seja instrutivo tornar-se consciente disto), mas considerar, através do contraste: Quantas horas por semana você gasta conscientemente em frente a sua própria tela mental, sua mente natural? Provavelmente pouquíssimas horas são gastas, se houver alguma, simplesmente sentando com sua mente natural.
A maioria dos humanos é tão imersa na inconsciência de sua própria mente e seu controle pelo ego que dificilmente têm uma pista do que é verdadeiramente real e do que são idéias condicionadas em suas cabeças. Impregnados pelos efeitos da esfera cibernética, o número de humanos que não está em contato com a sua mente natural é chocante, especialmente quando se considera a crescente "desesperança" dos problemas que parecemos estar gerando e nos quais somos imersos. Conectar-se com não conhecer as ondas de o pensamento da mente é ignorância sobre a natureza do ego. É por que declaro inequivocamente: o problema número um que encara o planeta hoje é a inabilidade da espécie humana em controlar, muito menos conhecer, a natureza de sua própria mente. Como você pode esperar resolver um problema quando não tem a menor idéia da natureza de sua mente, a mesma mente que criou o problema em primeiro lugar, e então perpetuar isto por ignorância não examinada?
Se a mente é a raiz e fonte de tudo que sabemos como também de todas as nossas percepções do eu e do mundo, e permitimos prontamente que ela seja escravizada pela tela de uma realidade virtual ou dominada pela máquina por um número preponderante de nossas horas de vigília, a mente também não merece ser renovada pela experiência de seu próprio estado natural?
Na realidade, se o problema número um no planeta hoje é a ignorância mental humana, a última solução é treinamento do controle da mente. Não é que o ciberespaço e a máquina necessariamente sejam a causa, mais é o uso intenso e até adição a estas ferramentas que ocupam a mente a tal ponto, que a maioria das pessoas não sabe qualquer coisa sobre o estado natural de sua mente, ou mesmo que exista.

II. O que é a Mente Natural?
Embora muitas pessoas pratiquem ou estão familiarizadas com algum tipo de meditação, freqüentemente um tipo de visualização dirigida, poucas pessoas, falando relativamente, estão realmente familiarizadas com a prática de meditação cujo propósito exclusivo é o de apresentá-lo a mente natural. Sem conhecer a mente natural - a natureza universal da sua mente ou de qualquer outra pessoa - as outras formas de meditação podem nada ser além de um tipo de escapismo. Especialmente para aqueles de nós que aderiram às virtudes e valores de voltar ao tempo natural é absolutamente necessário equilibrar nosso conhecimento com a experiência direta da mente natural.
E o que é a mente natural? É o estado comum da mente quando está totalmente relaxada e não pensando em nada. Tal definição é tão simples, que faz muitas pessoas apenas darem de ombros, como o que acontece quando você lhes fala pela primeira vez sobre o Calendário Treze Luas. Para a maioria das pessoas a atitude para com a mente é que a natureza detesta o vazio. Como com a televisão que não pode tolerar o "espaço morto", mas deve seguir imediatamente de comercial em comercial para espetáculo principal e daí para o comercial com um escasso espaço entre as seqüências, assim é o processo de pensamento da mente. Tão logo um pensamento ou uma cadeia deles se completa outro já está lá, para continuar a manter ocupado o fluxo da mente. Para a maioria das pessoas, se é que já pensaram sobre isto, esta simplesmente é a natureza da mente - e não há nada que você pode fazer sobre isto. Se um pensamento não estiver acontecendo, um será criado. Mas, como a televisão, há uma solução. Você pode desligar a mente.
Isso é fácil para a televisão, mas não para a mente. Mas a menos que você desligue sua mente - quer dizer, o fluxo incessante de pensamentos incontroláveis - você não pode experimentar a mente natural. E sem experimentar a mente natural, acredite ou não, você não pode saber quem
você é realmente. O problema de não conhecer a mente natural e, conseqüentemente, de não conhecer seu verdadeiro, autêntico eu tem estado conosco pelo menos desde o começo da civilização babilônica. Poderia ser dito que os aborígines, como os pássaros e os castores, os ursos e as abelhas, todos têm experiências não qualificadas da mente natural como o fluxo comum de suas existências. Apenas olhe para um iguana, um jacaré, um cervo ou uma tartaruga - só olhe quanto tempo eles podem manter uma postura, sem piscar, respirando sempre tão ligeiramente. Eles estão no estado meditativo inato da mente natural.
Quando o Buda teve a intenção de investigar a natureza da realidade diretamente, deixando lar, família e a caprichosa vida palaciana para fazê-lo, ele terminou sete anos depois tendo uma experiência prolongada da mente natural. Esta experiência da mente natural era tão completa que foi chamada de "iluminação", o despertar à verdadeira natureza da realidade. Essencialmente o que ele ensinou era que não conhecendo a mente natural original, os humanos vagam obcecados pelos seus pensamentos e percepções condicionadas e fixas da realidade, e isto, e isto só, é a causa final da sua infelicidade e sofrimento.
Os ensinamentos de Buda foram elaborados com o passar do tempo, dando origem a muitas escolas de pensamento. Mas o que ele essencialmente ensinou e praticou foi uma disciplina para entrar em contato direto com mente natural. Há muitas escolas budistas como: Zen, Vipassana (tradição Theravadin) ou Dzogchen (tradição Tibetana); ou Raja ioga na tradição hindu que mantiveram esta técnica essencial viva. Existem inclusive práticas até mesmo nas tradições Sufi ou Nativa Americana/Tolteca que têm algo da técnica de perceber a mente natural. Mas com Zen ou Dzogchen, como em qualquer tradição, há um estilo de vida e um "idioma" já aperfeiçoado ou jargão que são utilizados. Isto tem o efeito de fazer a meditação parecer especializada ou de elite. Tantas pessoas pensam, "Isto só pode ser feito pelos monges e freiras. Eu nunca poderia fazer isso". Mas quando o Buda ensinou isto pela primeira vez, era só a prática natural de experimentar sua própria mente diretamente - e de conhecer a natureza da mente universal. Não usou jargão algum para falar sobre isto. Tudo isso veio depois.
À conclusão do ciclo, com todo o respeito a Zen, Theravadin, Budismo Tibetano e Raja ioga, é importante apresentar a técnica para conhecer a mente natural como uma ferramenta comum, mas absolutamente indispensável para nossa sobrevivência e para fazer nosso próximo salto evolutivo. Como ferramenta comum é igualmente importante que seja disponível para todo o mundo no planeta e não parte de qualquer tradição específica. Ao mesmo tempo, como uma ferramenta comum, é também sagrada, ou melhor, uma ferramenta para nos reaproximar da natureza sagrada da mente original.
A natureza sagrada da mente vem do fato que a mente é natural e intrinsecamente um estado de paz. E esta paz é sagrada porque é a realidade não dividida, e, portanto, sem conflito ou guerra em si mesma. Quando se experimenta a natureza sagrada, não dividida da mente original, então, através de suas percepções, o mundo é reinvestido do valor sagrado. Sem esta ferramenta e sua prática ou disciplina você não saberá quem você é. Use-a e você será um humano melhor, um muçulmano melhor, um judeu melhor, um cristão melhor, um tolteca melhor, e certamente, um adepto melhor do Calendário de Treze Luas e do tempo natural.

III. Prática Natural para Despertar a Mente Natural no Tempo Natural
A prática para despertar a mente natural é extraordinariamente simples. É a forma e experiência mais humana que você pode ter. É também o repositório da dignidade natural. E qualquer um pode fazer isto. Você apenas tem que se sentar e ficar quieto. O modo natural é sentar no chão, sobre uma almofada que seja firme, manter o tronco ereto, e isso permite sentar com as pernas cruzadas. No chão, em uma almofada assim é preferível e mais natural. Mas se isso não for possível devido a sua saúde ou condição física, então se sente em uma cadeira com os pés firmemente colocados no chão, tronco ereto, sem se apoiar na parte de trás da cadeira.
Manter ereta a coluna já é despertar e ficar desperto. O queixo fica ligeiramente abaixado e os olhos estão entreabertos, olhando para baixo, em direção a ponta do nariz e para o chão. Os olhos estão abertos para evitar dormir ou ir para os reinos da fantasia, que acontecem muito facilmente com os olhos fechados. O ponto é não escapar da realidade, mas ver e experimentar a mente natural sem agir sobre ela. As mãos estão pousadas confortavelmente nos joelhos, palmas para baixo. Esta é a postura natural do ser humano alerta. Verifique sua postura enquanto você senta. Você quer que a coluna esteja ereta, sustentando-o. A capacidade de fazer isto é o que distingue virtualmente o humano de qualquer outro animal. Não se acorcunde!
Agora, nesta posição, você não tem nada a fazer senão observar sua respiração. Respire normalmente. Você se tornará imediatamente consciente de seus pensamentos. Conforme você se dá conta de seus pensamentos - não importa a natureza ou conteúdo do pensamento - só rotule-o "pensamento", e ao expirar, dissolva-o. Naquele momento específico, antes de expirar e apenas o pensamento é dissolvido, jaz o "espaço" entre os pensamentos. É com este espaço que você vai querer se familiarizar e cultivar. É a semente da mente natural e a chave para o seu verdadeiro, autêntico eu.
Tente fazer isto por meia hora, 45 minutos, ou até mesmo uma hora. Você tem que perceber que só mantendo esta postura, não importa o que está acontecendo em sua mente, você é paz. Você está resistindo a impulsos não examinados de pensamentos para fazer coisas enquanto permanece em uma posição que é completamente não agressiva. Imagine todo o mundo no planeta fazendo isto durante uma hora cada manhã antes de começar seu dia. O mundo não estaria então em paz? Não pode ser enfatizado o suficiente a importância de manter esta postura. É 99 por cento da prática para experimentar sua mente natural, porque realmente é o único modo no qual você será capaz de experimentar sua mente natural - e nada mais. E se você não sabe o que a mente natural é, realmente não pode dizer que está no tempo natural.
Pode ser argumentado que você pode experimentar sua mente natural ao dirigir um carro, ou fazendo artesanato de contas, ou jogando golfe ou, certamente, jardinagem, por exemplo, o que é bastante verdadeiro. Mas enquanto você está envolvido nestas atividades ainda está preocupado com algo. Você não está realmente dedicando todo o seu eu para experimentar diretamente a natureza de sua mente original e do seu eu excluindo tudo o mais. E este é o ponto deste treinamento. Ter a experiência pura, bruta, de ver sua própria mente – isso e nada mais.
Fazendo esta prática, a coluna vertebral do treinamento espiritual no tempo natural, há vários pontos importantes a observar. O primeiro é a natureza descontrolada do próprio processo de pensamento. Quem pensa todos estes pensamentos? Por que parece haver uma compulsão a eles? Quantos tipos diferentes de pensamento estão lá? Há uma personalidade consistente, unificada por trás de todos os pensamentos? Não é que você deva focalizar em quaisquer destas perguntas, mas elas deveriam ser consideradas enquanto você começa a sentar.
Muitas pessoas experimentarão um questionamento sobre se esta é uma atividade válida ou não. Poderiam estar fazendo coisas “melhores”? Entretanto, quem em primeiro lugar, lhe disse que você tinha de ser ativo todo o tempo? Por quais valores você está vivendo e quem os promoveu em primeiro lugar? A pergunta também deve ser feita: Quem está fazendo estas perguntas? Quem o está ocupando de uma polêmica sobre sentar imóvel? Quem está produzindo os fluxos de pensamento compulsivos, obsessivos? É seu ego? Onde o ego vive? O que é o ego? É o produtor de pensamento?
Ego é o intérprete que se coloca entre "você" e sua experiência. Ego é o que gosta de levar crédito pelas coisas que simplesmente são uma função do plano divino, mas tenta evitar ser desacreditado quando poderia parecer "ruim". Mas o que realmente o ego é? É você? Você nasceu com seu ego? Ou seu ego se desenvolveu sob circunstâncias condicionadas, respostas habituais que resultam em um conglomerado de padrões de pensamento não examinados que mascaram seu senso de eu? Mas realmente é você? O ego realmente está trabalhando pelo seu melhor interesse espiritual, ou somente é o senso condicionado do eu que busca defender seu território, e de algum modo ser o número um em seu mundo autodefinido? Mas se nós examinarmos nossos pensamentos e as miríades de impulsos, realmente podemos achar qualquer coisa que podemos dizer concretamente: Isto é meu ego? Isto é meu eu? ou Isto é a essência de Kate Brown?
O ponto é, se esta é a primeira vez que você teve tempo para observar sua mente, você encontrará muitos pensamentos e questionamentos. A todos eles você tem simplesmente que aplicar o rótulo "pensamento", e retornar a expiração. Conforme você expira, dissolva os pensamentos e experimente o espaço. O fato é que um pensamento "bom" não pesa mais que um pensamento "ruim". Sua autopercepção um momento muda o próximo momento. Tão provável quanto não, as duas autopercepções podem cancelar uma a outra. Todos os pensamentos têm a mesma natureza. Todos os pensamentos são iguais. Não há nada que aconteça na mente que não seja pensamento. Todos os pensamentos representam programas diferentes para fazê-lo perceber deste modo ou daquele modo. De onde estes programas vêm? Já realmente experimentou a mente como mente, e você mesmo como apenas o espaço onde e quando programa nenhum de pensamento está acontecendo?
Também, se você não sentou durante 45 minutos antes, pode bem pensar que é um pacote de dores ou coceiras. Mas o que é dor? Sim, podemos dizer que a dor se origina no corpo, na região lombar, por exemplo. Mas quem põe sua consciência lá? E se você apenas se sentar com isto, poderia notar que perde a consciência da dor quando outro trem de pensamento obsessivo surgir. Então talvez a dor não fosse tão importante. Quanto da dor é apenas uma distração mental? Quanto estava lá, mas não notou isto antes porque você nunca parou para acalmar sua mente?
O ponto, novamente, é que se você quiser se considerar um ser humano liberado, não pode fazê-lo enquanto for controlado por pensamentos cujas programações inconscientes o aprisionam em qualquer momento. Nem você pode se considerar um ser humano verdadeiramente inteligente se você não souber a natureza real dos pensamentos. Você os está pensando, ou eles o estão pensando? De onde eles vêm? Como eles apenas surgem e da mesma maneira facilmente desaparecem?
Relacionado à natureza de pensamentos e sua origem e apaziguamento, é a natureza de mente. Está na natureza da mente só fortuitamente produzir pensamentos e então lhes permitir desaparecer novamente? Por que uma pessoa é obcecada por uma cadeia de pensamentos e outro por uma sucessão totalmente diferente deles? E ainda os padrões obsessivos são o mesmo, não importa qual o pensamento. O que é a mente então? Onde é localizada? É o mesmo que o cérebro? Se for o caso, tudo que estou experimentando é apenas algo acontecendo no cérebro? Ainda parece haver uma realidade maior. A mente existe em todos lugares? É a mesma mente em mim e em você? Ou somos como peixes, nadando no oceano de mente? A mente existe separada do corpo? E o que é consciência?
Claro, você nunca responderá a estas perguntas ocupando-se delas discursiva ou logicamente. Você só experimentará as respostas dissolvendo a pergunta e retornando à expiração. Seguindo a técnica, com esforço e disciplina, pouco a pouco você experimentará calma, percepção - e mais paz. E este é o ponto. Para proclamar paz, você tem que incorporar paz. Praticar o treinamento da mente natural é experimentar a verdadeira natureza da paz, que é a mente sem preconceito, sem preferências, tolerando todos os pensamentos que são produzidos e sem culpa, na mesma maneira fácil, permitir que desapareçam. Quando você se esforça nesta prática, começa a incorporar o modo de controle da mente que é o modo de paz. Sem contra ou a favor, simplesmente sendo o que é. Esta é a verdadeira paz. Você deu um passo gigantesco em direção a evolução, pelo caminho onde a guerra não mais existe, e a ausência de fronteiras da paz inclui todos os seres. Mas par atingir isto você tem que praticar.


IV. A Mente natural, Eu Autêntico e Consciência Não Nascida.
Claro, o que eu estou apresentando aqui é apenas o começo de um processo que essencialmente se torna um estilo de vida, ou a base de um estilo de vida. E é algo você pode fazer o resto de sua vida. É a mais humana das atividades. Desde o princípio os guardiões da consciência humana, por eras, foram os humanos de vanguarda que observam suas mentes, aprendendo a natureza do eu, encontrando a verdade da natureza na realidade das suas próprias mentes, ou recebendo a marca de Deus diretamente na quietude da sua mente quando nenhum pensamento está formando. Estes não são apenas valores de eras antigas. São verdades humanas eternas que são essenciais e devem ser postas em prática se nós formos sobreviver como espécie.
Conhecer a mente natural diretamente é agora um pré-requisito para a evolução. É o modo correto de estabelecer paz como a fundação da consciência humana. Sem esta fundação de paz não desarraigaremos a guerra de nosso
vocabulário mental condicionado. Você não quer chegar a 2012 e encontrar o anjo guardião do portão da evolução dizendo a você: "O que? Você viajou por 5.000 anos de história e você ainda não conhece sua própria mente? Eu não posso deixa-lo passar!".
É uma coisa ter o Calendário de Treze Luas como uma reflexão externalizada da mudança evolutiva na consciência humana. É outro assunto absolutamente diverso entrar novamente na posse da mente natural que permite a experiência do tempo natural se expandir internamente no próximo estado de coletivo mais elevado da consciência humana. O tempo natural embutido na mente natural é a linha evolutiva irreversível que está esperando para ser alinhavada agora, costurando a mente humana na noosfera – para sempre. Mas não acontecerá se não houver o bastante de nós que genuinamente emancipem nossas mentes antes de 2012!
Se você está apenas começando esta prática você pode naturalmente imaginar: O que há nisto para mim, por que eu estou fazendo isto? Ter uma experiência direta de seu verdadeiro, autêntico eu, é a resposta. Sem esta experiência, você está vivendo realmente um eu falsificado, uma mentira, um eu construído que nunca parou tempo o bastante para ser aberto, que está monopolizando o espetáculo inteiro. Esta parte pode ser dolorosa – separar-se dos programas convencionais habituais. Uma vez que comece a ver todos os programas de pensamento diferentes que estão ocorrendo em você, porém, também desenvolverá naturalmente o instinto para os expirar de seu sistema e ansiar para respirar livremente afinal.
Mas leva tempo. É por isto que a disciplina é tão importante. Você tem que fazer tudo em seu poder para fazer esta prática diariamente. Você tem que ter tempo para fazer isto, como o que encontra para surfar na Internet. É a única forma real de progredir em ver sua mente diretamente e experimentando seu eu natural, autêntico.
A chave, como dissemos antes, está no espaço entre os pensamentos. Você poderia experimenta-lo primeiro como uma pausa momentânea depois de sua expiração. Mas eventualmente você poderá manter o espaço entre os pensamentos por intervalos mais longos. Conforme faz isto, sentirá a mente relaxando nela mesma. Os pensamentos surgirão e baixarão com maior claridade. Você notará que a mente e o pensamento são o mesmo, ou que a essência da mente - o que possa ser - penetra todos os pensamentos igualmente. De quem é a mente? Há só uma mente com saídas infinitas e você é uma delas? E se a essência da mente é um vazio sem substancia, então essa é também a natureza dos programas de pensamento - um vazio sem substancia?
Então você notará ou se perguntará algo mais: Quem está observando? Quem está consciente? Se você não é seus pensamentos quem está consciente? É a própria mente se observando ou sendo consciente de si mesma? De quem é a consciência? Esta consciência é como a mente, sempre existente, não fabricada. Na realidade, a consciência parece ser inseparável da mente. A qualidade da experiência que você tem quando se torna consciente da inseparabilidade desta consciência da mente –aquilo, aquilo é seu eu autêntico: Incolor, inodoro, livre de pensamento. E também, parece, inseparável desta consciência intrínseca, não nascida, sempre presente.
Assim você sempre tem esta consciência sempre existente – não nascida, porque já estava lá quando você se tornou autoconsciente. A natureza de seu eu autêntico é inseparável desta consciência intrínseca. E a mente natural não existe separada desta consciência não nascida. É impossível separar estes três elementos. E, na realidade, a experiência daquele "espaço" entre os pensamentos é inefável, embora muita tinta já tenha sido derramada tentando descrever ou falar sobre isto. Mas quando você experimenta-la, saberá. Eventualmente será acompanhada por um senso de serenidade ou mesmo benção. A claridade da mente que você experimenta será sua própria recompensa. Você não quererá perder isto. Verá quão facilmente foi enganado antes em sua vida. Você terá recuperado seu eu autêntico.
Você notará que o eu autêntico é naturalmente curioso e destemido. O eu obsedado pelo ego não é curioso porque não quer nada novo para aborrece-lo; e é o oposto de destemido - é autodefendido. Mas o eu autêntico da mente natural é o eu de sua infância inocente - curioso, destemido, aberto e novo. Estas qualidades o ajudarão tremendamente na preparação para a descida do divino, a mudança dimensional, o advento da noosfera!
Ao ser capaz de identificar pensamentos conforme surjam e ainda assim não se identificar com eles, você estará na verdade se preparado para duas coisas: 1) a mudança dimensional e 2) sua própria morte. A mudança para noosfera é uma mudança dimensional, uma descida da mente quadridimensional como uma percepção auto-existente ou construção da consciência. Quando isto acontece você precisa estar absolutamente aberto. Qualquer pensamento que tenha não só obstruirá a mudança em sua esfera mental, mas o consignará a uma experiência intolerável sobre o que você está mantendo em sua mente. Isto é realmente importante considerar. É por isto que dissemos que o treinamento do controle da mente é pré-requisito para a mudança evolutiva.
Secundariamente, pela mesma razão para a mudança evolutiva/dimensional, você precisa de uma mente que seja capaz de se ver despida e diretamente quando você transitar para fora de seu corpo atual. Tudo que você está mantendo, ou que não é examinado ou ainda inconsciente dentro de você, o que quer que seja e em qualquer grau, o fará incapaz de experimentar diretamente o grande prêmio pós-morte. Na realidade, suas deficiências serão aumentadas e pode parecer uma situação muito difícil. É por isso que é sábio enfrentar suas ilusões e seu karma honestamente enquanto você ainda tem chance para despertar sua mente natural e ver a luz clara diretamente com sua própria consciência não nascida, intrínseca.
Agora deve se ter em mente que eu só estou arranhando a superfície de um tópico que é tão vasto quanto a própria mente. Mas temos de abrir a porta em algum lugar. E temos que começar a deixar entrar um pouco de ar e espargir alguma luz em algum lugar. Assim começamos onde começamos. Nós estamos cultivando treinamento do controle da mente não para nos tornarmos Zen budistas, mas para navegar a ordem sincrônica com claridade absoluta e resolução. As marés da história estão batendo agora em uma costa desconhecida. Você quer permanecer naquela costa e não ser arrastado na maré quando se vai novamente. E naquela costa desconhecida, você quer ter uma mente renovada para ver claramente e um eu autêntico que é desapegado, que deixou o passado e toda a sua bagagem egóica, pronto receber o novo sem reserva.
Um último ponto nesta declaração preliminar na introdução direta para sua mente natural. Para quem está fazendo esta prática? Claro, você está fazendo isto para ter um relance então prolongar de forma crescente a experiência de seu eu autêntico. Mas isso não é um fim em si mesmo. A experiência da mente natural e eu autêntico existe para aumentar sua efetividade em relação a seu mundo, seu ambiente, o resto da humanidade e o todo da vida.
Conforme pratica, pode notar que seu ego realmente não existe, que seus pensamentos são como bolhas que flutuam nas correntes da mente universal, assim você realmente não precisa se defender. Você já é um recipiente aberto. Então tem que pensar nos que ainda estão atados ao seu sofrimento. Verdadeiramente nós vivemos num plano de existência onde a tristeza acumulada pesa virtualmente em todo o mundo. Se você viu a natureza da realidade e sabe que está vazia de qualquer coisa que não seja luz e verdade, então você sabe o que é realmente verdadeiro para todo o mundo. Ainda assim, por que todo o mundo não está experimentando isso? Em realidade, a natureza da mente é compaixão, paz, realidade não dividida.
Conforme dissolvemos nossos limites mentais, a compaixão nos surge naturalmente. Então, deve cuidar para que realmente você se dedique a sua prática de treinamento de controle da mente para que todos os seres possam chegar a esta mesma realização. Afinal de contas, que bem faz se você estiver iluminado e todo o mundo estiver na escuridão? Isso realmente não funciona assim, de qualquer modo. Sendo todos um, então realmente não nos tornaremos completamente iluminados até que todos sejam iluminados conosco. Sendo assim, faça então todo o esforço para se tornar claro e permitir que a luz de sua claridade brilhe para todos que a necessitem.

Muita Paz!


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