terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Outro 12.12.12 somente daqui há 100 anos!




Outra combinação numérica 12/12/12 acontecerá novamente no dia 12 de dezembro de 2112, ou seja, daqui a 100 anos exatamente.
Toda data que traz uma sequencia numérica sempre mexe profundamente com o imaginário popular. Nesse caso especificamente teremos a abertura do último portal energético antes do portal do dia 21/12/12. Isso faz com que estejamos atravessando um período de turbulências e muitas mudanças estão em curso no planeta terra. Essas alterações estão relacionadas com algo maior, ou seja, o ciclo galáctico. “Assim como é em cima é em baixo”!
Estamos no fim de um grande ciclo e isso exige tomadas de decisões no sentido de limparmos as gavetas da alma e dos armários. Quando mudamos da antiga morada para a nova, é de praxe deixar o que não é útil para trás. Nesse momento estamos sendo chamados a nos despedirmos do velho padrão, representados nos pensamentos, atitudes, vícios, etc. Descartar a bagagem obsoleta acelera em muito a evolução e o crescimento individual. A limpeza interior traz paz, alegria, felicidade, prosperidade, sorte e bom humor. Quando isso ocorre elevamos nosso padrão vibratório e, por conseguinte acontece a abertura do fluxo de bênçãos sobre nós.
Esse é o último portal energético antes do final do grande ciclo galáctico anunciado para esse mês (21/12/12). As mudanças radicais esperadas pelos fatalistas não se confirmarão, mas estão em cursos mudanças reais e podemos sentí-las por intermédio das emoções que estão à “flor da pele”. Mas procure manter a calma, não alimentando desavenças e desentendimentos. A serenidade é uma amiga sábia que está sempre disposta a nos dar a mão.
A mudança a nível de DNA pela qual está passando humanidade, não começou agora, mas nesse momento o processo está acelerado. Olhe a sua volta e perceberá que todos estão agitados, nervosos e uma boa parte com problemas emocionais, em alguns casos necessitando de auxílio de profissional. Os consultórios que tratam do campo energético e mental nunca estiveram tão cheios! Os medicamentos “faixas pretas” aumentaram de forma exponencial nos últimos tempos. É difícil encontrar alguma pessoa que não tenha um parente ou amigo com síndromes e doenças ditas modernas, tais como: síndrome do pânico, depressão e fibromialgia. Uma das causas principais desse fenômeno é o afastado do seu eu interior e da espiritualidade. Quanto maior o afastamento de Deus, maior o nível do problema!
O QUE FAZER:
  • Diminua seu ritmo.
  • Conecte-se com a natureza, tire seu calçado, pise na grama e deite na grama, abrace ou toque as árvores.
  • Medite!
  • Fique o maior tempo possível só, visando à reflexão.
  • Procure pessoas ou grupos que auxiliem na elevação do espírito.
  • Beba muita água.
  • Mantenha a calma.
  • Evitem alimentos pesados como carnes e vegetais sem alma (transgênicos).
NUMEROLOGIA:
Numerológicamente falando, essa data possui outra curiosidade, pois a soma total desses números (12/12/2012) quando reduzida é onze (11). O onze é uma das vibrações mestres que possui uma energia e vibração acima da média. O fluxo de luz divina estará jorrando de forma exponencial nas 24 horas deste dia. Vemos nesse momento, como nunca vimos antes, uma quantidade enorme de pessoas reunidas nos mais variados cantos do planeta com um único objetivo: elevar os pensamentos ao alto visando à melhora interior e por consequência da vida como um todo.
Aproveite esse momento sublime para eliminar carmas negativos e acelerar seu processo evolutivo!

Muita Paz!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O Jeito de Transformar Sentimentos!



Texto: Osho - Yoga: The Alpha and Omega-
 
Esse é um belo método, será muito útil a você.
Por exemplo, se você estiver se sentindo descontente, o que fazer?

Patanjali (o expoente mais famoso da Yoga) diz para refletir sobre o oposto: se você estiver se sentindo descontente, contemple o contentamento: O que é contentamento?

Traga um equilíbrio. Se sua mente está raivosa, traga compaixão até ela. Pense sobre a compaixão e imediatamente, a energia muda porque elas são as mesmas; o oposto é a mesma energia. Uma vez que você a traz para dentro, ela absorve. A raiva está lá: contemple a compaixão.(...)

E não é uma energia diferente, é a mesma energia - a mesma energia da raiva - mudando suas qualidades, elevando-se. Tente isso.

Isso não é repressão, lembre-se. As pessoas me perguntam, "Patanjali está reprimindo? Porque quando estou raivoso, se eu pensar sobre a compaixão, não será isso uma repressão?" Não. Isso é uma sublimação:
não uma repressão. Se você estiver raivoso e reprimir a raiva sem pensar na compaixão então isso é repressão. Você vai empurrando-a para baixo e você sorri e você age como se não estivesse com raiva - e a raiva está borbulhando e fervendo lá e pronta para explodir. Dessa forma isso é repressão. Não, não estamos reprimindo coisa alguma, e não estamos criando um sorriso ou algo assim; só estamos mudando a polaridade interior.

O oposto é o pólo. Quando você se sente odioso, pense no amor. Quando você sentir desejo, pense no indesejável e no silêncio que procede disso. Qualquer que seja o caso, traga o oposto para dentro e observe
o que acontece com você. Uma vez que você pega o jeito disso, você se torna um mestre. Agora você possui a chave: a qualquer hora a raiva pode ser mudada para compaixão, a qualquer momento o ódio pode ser transformado no amor, a qualquer momento a tristeza pode se tornar êxtase. Sofrimento pode se tornar alegria porque o sofrimento tem a mesma energia da alegria; a energia não é diferente. Você só precisa saber como canalizá-la.

Muita Paz!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Teoria da Traição!


Texto: Inês Bastos

Falar sobre a "Teoria da Traição" é bem reconfortante, porque ela é o antídoto. Foi assim nomeada por mim, porque posso dizer, foi uma descoberta feita na pele, já cicatrizada.

Nós nos aproximamos, enxergamos, conhecemos e nos afinizamos com o outro através do brilho pessoal, das nossas intenções mais camufladas, do fato de amarmos e querermos ser amados, de criarmos laços e alianças desde o tempo das cavernas, do desejo de crescermos juntos e brilharmos individualmente. Tudo isso ou algumas coisas apenas, enfim, cada relacionamento tem um tom e uma intensidade.

Somos como um farol aceso ao qual os outros são atraídos pelo brilho e clarão! Unimo-nos na melhor das intenções, com muitas expectativas, algumas não ditas, mas sentidas com muito entusiasmo. É uma emoção que nos colore, nos cola um ao outro e, de certa forma, nos tira do mundo e do vazio. Criamos, assim, nosso casulo que infelizmente vira um sistema hermético de possibilidades. As trocas são acertadas, mesmo que silenciosamente. Tudo parece justo e confirmado.

Uma mão que se abre para doar não consegue voltar para o dono sem a esperança de algo tão bom pousado nela. E esperança vem do esperar, do receber. Doações saudáveis sempre são em vias duplas. Ao longo do tempo, inovamos, mudamos, sim; nós mudamos a nós mesmos, nos reinventamos e como mesmo sem essa consciência ou vontade, estamos na vida para evoluir. Perdemos um pouco a percepção de que cada um é um indivíduo e podemos andar em sentido diferente ou velocidade diferente do nosso parceiro. É natural que sejamos diferentes.

Quem olha com atenção para seu caminho, fica encantado com seu progresso e começa a deixar de estar disponível a coisas que não são mais encantadoras como antes, lá no longínquo início. O brilho inicial está ofuscado pelo dia-a-dia, pela mesmice no afeto, pela falta de espaço e entendimento sobre a evolução individual. Não há quem aguente lutar contra nosso interior que quer ser feliz.

Com luzes agora apagadas olhamos em volta e não sabemos como sair da nossa própria prisão, fria e triste, onde somos os carcereiros, cuidando para que nada mude de lugar ou situação. Não está bom para ninguém. Resta-nos a impotência, o isolamento emocional, o distanciamento mudo, a sensação de desvalor na relação, o descompasso e até certo descaso. Nós estamos mudados e os outros também. A evolução chama por todos.

Mas nossos interiores se interconectam, afinal, nos achamos um dia e as mensagens ainda são de ida e vinda, através do brilho das nossas luzes. E sinalizamos o desejo interno de um motim, que seja para a redenção; enfim uma salvação, onde possamos, juntos transformar ou mesmo com muita dor, abrirmos as portas e nos deixarmos andar, crescer, mudar, sair, ver o mundo novo, aquele onde transitávamos com brilho, o mesmo encanto que atrai pessoas e situações favoráveis.

Enquanto adiamos essa resolução, um dos parceiros é levado, pelo poder de ambos, a enxergar uma nova luz, um novo brilho para a salvação dos seres envolvidos que, na verdade, iluminará a todos. Estamos destinados a crescer interiormente. Novos encontros se formulam. Novos caminhos se desenrolam. Entram pessoas no nosso quadrado já tão apertado.

Em diversas culturas esta situação é chamada de traição. Esta palavra vem de traditione que significa entrega, por via popular. Não será a entrega de nossa alma de volta? Houve a decisão de ambos pelo rompimento. Essa constatação nos traz dor em todos os nossos corpos. Dói o coração físico, cada respiração, cada pensamento. Precisamos dar ao outro o direito de não nos querer mais como inspiração, amor, sexo, companhia e cumplicidade. De alguma forma enviamos essa mensagem anteriormente. Gestos frios, palavras não ditas, ações adiadas, amor reservado e desatenção verdadeira saem da nossa vida, às vezes com certo alívio.

Quando nos sentimos traídos, por não aguentarmos a névoa da insegurança, o presente e o incerto futuro, sofremos muito e na verdade também podemos nos sentir culpados pelo insucesso da relação - que enquanto durou pode ter sido boa o suficiente - mas, agora, vista por novos ângulos parece adoentada. Podemos piorar o quadro, nos fazendo de vítimas ou nos sentindo reais vítimas desse processo criado em parceria e vestimos uma túnica de espinhos, que aparentemente causa comoção, o olhar justiceiro de todos e nossa estagnação. Tentamos punir o outro pelo passo dado, mesmo sendo a nosso favor, mas ainda não sabemos disso. O apego nos faz sofrer nesta fase.

Quando nos sentimos os traidores, por não aguentarmos a culpa, nos jogamos na nova relação fingindo que não estamos iniciando do zero o mesmo que vivemos anteriormente. Teremos atraído exatamente aquela pessoa acertada para nossa fase angustiante. Quanto menos olharmos para trás, melhor, pois mais nos lembraríamos de nós mesmos como uma pessoa infiel. Se pudéssemos desaparecer seria o ideal!

Na hora, nada parece justificar! Dói e dói muito! Acredito que só o deus do tempo poderia nos socorrer. Mas, repentinamente, começamos a nos ver mais inteiros, mais observadores das nossas necessidades, mais magros ou afinados em nós, cuidando amorosamente e nos fazendo companhia, nos dando alegrias e prazeres, buscando novos aprendizados e interesses. Rejuvenescemos! Nos desintoxicamos! É um bônus de vida!

Quanto maior a visão desse pacto a dois, talvez não dito antes, mas sentido, mais fácil será o desligamento da dor e do passado. Novos vínculos surgirão para ambos, novos caminhos e afinidades que com o tempo terão que se redirecionar também. Essas mesmas pessoas sempre terão essas vivências na lembrança, mas a certeza de que cada dois que se juntam vivem uma história nova, de jeito e resultados inéditos, também é fato. Nada mais a comparar e sofrer. O bom para um pode ser o inferno para outro!

E como por encanto, num belo dia, estamos brindando a vida nova! Tudo passa e isso também passará. O mundo está preparado para receber pessoas que se sentem capazes de fazer a diferença apesar dos sofrimentos e criar um novo rumo para si mesmas. Acredite, a traição não existe, é um acordo cego, surdo, mudo e sofrido. É um passaporte para a vida nova que deve ser de encontros entre indivíduos amadurecidos, plenos e mais iluminados a cada dia.


Muita PaZ!

domingo, 2 de dezembro de 2012

As Fontes que nos alimentam!






Texto: Bruno J. Gimenez


Por que estamos vivos? Que energia é essa que nos dá movimento, ação e força? Que força é essa que alimenta as nossas células e confere saúde aos nossos corpos?

Se você fica algumas horas sem comer, surge a fome que é a necessidade de alimentar o corpo físico. Sem alimento, sem água não podemos sobreviver.

Se você fica muito tempo acordado, sem descanso, o sono pede para você dormir, recuperar a vitalidade do seu corpo, relaxar sua mente. Sem o benefício do sono, a mente fica em desequilíbrio, as emoções ficam desorganizadas, o relógio biológico se desajusta, o corpo perde as forças. Sem o sono periódico, não podemos viver.

Se você fica poucos minutos sem respirar, seu sangue e seu cérebro perdem a oxigenação e encontram dificuldades para exercer suas funções, por consequinte, todo o corpo padecerá por essa carência. Sem respirar não podemos viver.

Essas são as principais fontes que alimentam a nossa vida, pois sem elas, simplesmente não existiríamos.

Quando o corpo se alimenta devidamente dessas três fontes, a consciência pensante, a qual todo ser humano pode desfrutar, desabrocha de dentro do indivíduo, lhe conferindo carisma, discernimento, magnetismo, movimento e coordenação.

A falta de abastecimento por qualquer uma dessas fontes gera danos significativos ao organismo humano. Mas o corpo não é a consciência, portanto a consciência não é física, é etérica já que não pode ser tocada com as mãos, medida ou pesada.

A consciência é a matriz espiritual, que abriga nossas qualidades ou tendências negativas, que dão forma a nossa personalidade. Portanto, a personalidade não é do corpo, é da alma, da consciência que vive em nossos corpos. Dizer que alguém morreu é o mesmo que dizer que sua consciência deixou seu corpo e não mais habita essa dimensão física.

Para que a consciência de qualquer ser fique perfeitamente estabelecida e alojada no corpo que lhe confere movimento, suas condições vitais precisam estar em devido equilíbrio, alcançado quando o veículo físico se abastece adequadamente pelas três fontes anteriormente citadas.

Fica difícil para qualquer indivíduo, manifestar o máximo de seus potenciais, intelectuais, emocionais, sentimentais, espirituais, se ele não tiver com o corpo físico equilibradamente alimentado pelas três fontes.
Uma pessoa não poderá fazer uma longa viagem de carro, cruzando um grande território, se o motor desse veículo, os pneus e toda a estrutura mecânica, elétrica e eletrônica que o concebeu não estiver em pleno funcionamento. A pessoa também não poderá ir até o seu destino se ela não entrar dentro do carro. Esse é o papel da consciência de cada um, a condução do veículo. Também podemos dizer que o veículo transporta a consciência.
Temos que conduzir nosso veículo físico pela vida, com equilíbrio nos seus aspectos físicos, emocionais e mentais, para abrigar confortavelmente nossa consciência.

A consciência do nosso corpo é a parte etérica em nós, por que não podemos tocá-la fisicamente, apenas sentí-la. Essa é a centelha espiritual que vive em cada ser. Nossa consciência é quem anima nosso corpo físico e não o inverso. Para que essa matriz etérica estabeleça residência em um corpo físico, esse deve estar em condições harmoniosas. Seguindo o mesmo raciocínio, quando um corpo adoece, desequilibra-se, desvitaliza-se de forma intensa, ele já não mais consegue magnetizar ou estabelecer a consciência em seu interior, daí a morte física acontece.

Nosso corpo espiritual entra dentro do corpo físico assim como um líquido pode preencher uma garrafa. Da mesma forma, se a garrafa se quebra, o fluído que está dentro dela escorre para outro lugar. Esse lugar chamamos genericamente de plano espiritual, porque possui sintonia vibracional com o corpo espiritual - que é a própria consciência - isso quer dizer que não pode ser habitado por seres que ainda tenham o veículo carnal.

Quando somos levados para o processo de gestação, temos os nossos corpos físicos construídos gradativamente. Assim que a funções básicas são constituídas, temos nosso espírto atraído para esse receptáculo físico que vai sendo moldado lentamente, até que definitivamente entramos nele. Mais tarde aparecemos como bebês na vida física para mais uma experiência terrestre.

Ao término do período de uma vida física, quando nosso veículo já não mais abriga a vitalidade de uma criança, perdemos o corpo denso ?com prazo de validade vencido?, e temos nosso espírito liberado para voltar ao plano espiritual, onde não necessitamos de corpo carnal para transitar. Nesse ambiente sutil, desapegados das rotinas materiais, expandimos nossas consciências, percebemos nossos erros da última vida material, assim planejamos uma nova experiência para retornar ao plano físico novamente pelo processo de gestação. Um novo corpo carnal nasce e o nosso antigo e imortal espírito se estabelece nele para viver mais uma vez em uma experiência material. E assim sucessivamente!

Embora temos algumas fontes conhecidas como essenciais para manutenção da vida física, como as citada anteriormente, uma vez que estamos vivendo em um corpo físico, precisamos ter discernimento, pensamentos, ações, intenções e magnetismo pessoal. Para isso necessitamos que nossa consciência ou nosso espírito mantenha-se sempre energizado, porque senão seremos um carro desgovernado em uma auto estrada. O que dá direção a esse veículo é a ligação com a força espiritual, que aqui chamamos de CONEXÃO.

Você até pode viver ilusoriamente sem conexão com a Fonte maior por algum tempo, até poderá sentir a energia do seu corpo físico fazendo você se movimentar e agir, mas se você não tiver um direcionamento ou uma bússola interior, os seus atos serão falhos e você viverá de forma mecânica assim como um doente em fase terminal de vida que tem o corpo semi morto, animado apenas pela ação de aparelhos.

A conexão espiritual abastece a energia do seu espírito, que é a sua consciência. Quando essa sua parte sutil absorve a vitalidade, ela é transmitida a todos os outros aspectos do se Eu, físico, mental e emocional. Portanto uma coisa afeta outra, um aspecto está ligado ao outro, porque como disse, se não nutrirmos os nossos corpos, não iremos conferir saúde física para que nosso espírito more nele. Entretanto, se não alimentarmos a conexão com a Fonte maior, também chamada de Deus, teremos uma consciência desordenada, conduzindo um corpo sem discernimento pela diversas situações de uma vida.

Dentro da chamada alimentação espiritual que devemos manter através da conexão com Deus, feita pela prática da meditação, oração, contemplações diárias, temos diluída nela a necessidade da alimentação pelo afeto ou carinho.
Ninguém consegue viver em paz nesse mundo se não se sentir amado, amparado, cuidado oi aceito entre os seus próximos. Queremos amor, queremos carinho, queremos colo, mas nem sempre solicitamos isso de forma direta. Nossos atos, nossas metas, nossos estilos de vida normalmente são voltados para a conquista de aceitação, reconhecimento e pela busca do amor dos demais, o que é normal quando desde que não se torne uma paranóia. Muitas pessoas, na busca incessante por essa energia da aceitação, do amor, acabam que se hipnotizando, portanto se fascinando na busca desenfreada desses sentimentos em outras pessoas. Nesse momento, se revela diante do indivíduo uma evidência óbvia: ele está buscando no próximo aquele sentimento que não encontra dentro dele! Podemos chamar esse evento de "falha de conexão".

Essa busca extrema só ocorre quando a pessoa encontra um vazio interior, que ela sem perceber decide preencher com base na relação com os demais. Sem consciência ela fica viciada na busca por esses sentimentos e acaba paulatinamente tornando-se uma pessoa manipuladora - mesmo as de aparência doce e amável - ciumenta, possessiva, vítima, egoísta, em outras palavras ela começa a se decompor essencialmente porque não percebe que busca no outro o que deveria construir internamente, e fatalmente torna-se um vampiro psíquico, um obsessor vivo. Mais uma demonstração da falta de conexão.

Uma pessoa conectada busca o amor do próximo, mas com liberdade, com leveza, sem cobranças, porque tudo deve fluir levemente. Ela não obriga ninguém a fazer nada, ela não cobra de ninguém uma ou outra atitude, mas ela recebe quando alguém tem amor, carinho e afeto para dar.

Muitas pessoas me escrevem tentando entender o que é realmente a conexão. Eu sempre procuro responder de forma prática: conexão é a sua consciência alimentada pela consciência cósmica, é a sua capacidade de agradecer a tudo e a todos e principalmente sentir amor pela vida. A conexão precisa ser sentida, experimentada, porque ela já flui em nós naturalmente, senão não estaríamos vivos. Por isso só precisamos ampliar a percepção. Para elucidar melhor, citarei uma lista de simples práticas que podem ajudar muito. Existem ilimitadas formas de manter e ampliar a conexão, mas aqui citarei apenas algumas entre as que conheço:

- Aprenda a perdoar, mesmo que a outra parte não peça perdão. Entenda que a paz de espírito é o portal aberto para sua ligação com Deus;

- Pratique a gentileza em tudo que você fizer, seja solidário, mas não cobre que as outras pessoas sejam assim também, tenha paciência e ensine pelo exemplo positivo;

- Mantenha o bom humor e harmonia emocional;

- Reze sempre, ao acordar, durante o dia, antes de dormir, mas saiba que prece mecânica não serve para nada, o importante mesmo é que no momento da prece você se ilumine de intenção, com a força da sua alma;

- Medite e aprenda a serenar a mente. A cabeça agitada é um programa interno que nos mantém sempre desconectados de Deus. Mesmo que você seja hiperativo - o que é normal nos dias de hoje - entenda que é no vazio do silêncio interior que você consegue perceber a força dessa conexão que tanto falamos. Faça tudo o que puder fazer para de forma natural e gradual, aprender a fazer essas paradas diárias, pelo menos três vezes ao dia.

- Jamais transfira a responsabilidade de ser feliz para outra pessoa. Você não é responsável pela felicidade de ninguém, tampouco ninguém lhe deve isso. Se você necessitar receber demonstrações de afeto, carinho, aprovação e amor constantes, certamente se tornará marionete de seus vícios emocionais. Assuma suas responsabilidade, sejam emocionalmente maduro.

- Expresse gratidão pela vida, por você ser quem é, pelas pessoas ao seu lado e por tudo mais. Reflita agora, fazendo uma análise honesta: você é realmente grato? Você expressa gratidão o tempo todo? Você agradece mais do que reclama? A sua conexão só será plena quando a gratidão povoar a sua forma de viver.

- Mantenha o equilíbrio na forma de alimentar-se das diversas fontes, alimentação, sono, respiração, afeto e sua espiritualidade. Se qualquer uma delas estiver em desequilíbrio, você sentirá tudo ficar em desarmonia.


Muita Paz!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Raiva!


Texto: Adriano Oliveira. Instituto de Intercâmbio do Pensamento Espírita de Pernambuco.
(IPEPE) - Casa Espírita Paz e Luz Francisco de Assishospedagem sites

A raiva é a reação emocional imediata à sensação de se estar sendo ameaçado, sendo que esta ameaça possa produzir algum tipo de dano ou prejuízo. Não há quem já não tenha sido vítima da raiva. Todos os dias nos deparamos  com diversas pessoas, no trabalho, no trânsito, nas conversações cotidianas  sendo estas as mais diversas, portadoras dos mais variados estados de ânimo.  Não raro, alguma palavra mal empregada, algum tom de voz equivocado, e então  nos sentimos ofendidos, tendo a raiva como reação imediata. Sentir raiva é atitude natural e normal no quadro das experiências terrenas.  

Canalizá-la bem, elucidando-a até a sua diluição, é característica de ser saudável  e lúcido, conforme assevera a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis. 

▬ Mas como impedir que esta sensação inquietante se alastre e não ocupe mais espaços na nossa mente e sentimentos? 
Segundo a nobre mentora de Divaldo Franco, o primeiro passo a ser dado é a aceitação de se estar sentindo raiva. Não há motivos para nos envergonhar-mos  da raiva e do fato de senti-la. Camuflá-la perante atitudes de falsa humildade e santificação são atitudes de quem ilude a si próprio, optando pelo parecer em detrimento do ser. 
► Em seguida devemos nos indagar:
 ▬ Por que me deixei atingir tanto? 
▬ Por que fiquei tão bravo ou brava com a atitude daquela pessoa? 
▬ O que esta pessoa fez de tão desagradável a ponto de conseguir me desequi- librar o restante do dia? ”
Neste momento inicia-se a racionalização da raiva, e então é que percebemos  que nós mesmos tivemos uma participação ativa na sua elaboração. Não foi o  outro que produziu raiva em mim, pois somos nós que estamos sentindo raiva,  logo nós mesmos a produzimos. Está em nós a sua origem e não no exterior. 
Como dissemos, a raiva é uma reação emocional que ocorre toda vez q alguém  vai de encontro ao nosso bem-estar, de maneira que nos sentimos ameaçados. 
▬ O que então nos deixou tão ameaçados? 
▬ Por que aquilo que foi dito significou tanto para nós? 
▬ Que área do meu ser aquela palavra proferida pelo ofensor atingiu de maneira  tão precisa? 
A partir desse momento nós começamos a perceber q na verdade a sensação  de inferioridade ou de ofensa não foi produzida pelo outro, ela já existia dentro  de nós. Seria como se a palavra empregada fosse a chave certa para uma determinada idéia existente dentro de nós mesmos – ela já estava ali –  bastava acioná-la. 

► Decorre daí o enunciado de Joanna de Ângelis, de que: A raiva é o lançamento de uma cortina de fumaça sobre nossos próprios  defeitos, a fim de que eles não sejam percebidos pelos outros. Sendo que  quanto maior for o complexo de inferioridade da pessoa, mais vulnerável  ela será a tudo o que for direcionado a ela do mundo exterior. Canalizar bem a raiva significa, assim, refletir sobre o porquê de nosso dese- quilíbrio momentâneo. Da mesma forma, outro recurso deve ser empregado:  refletir sobre a origem do ato na outra pessoa. Isso significa perceber que a  pessoa estava em desarmonia no momento em que agiu, de forma impensada, produzindo o conflito. Significa tentar perceber que o outro agiu sem nenhuma intenção de produzir o dano que nós agora sentimos. Isso não significa, de maneira alguma, que devamos ser coniventes com o desrespeito e ironia das pessoas ao nosso redor, as quais agem sem pensar  nas conseqüências de seus atos. Mostrar-se ofendido, mostrar-se desgostoso  com a situação, demonstrar os sentimentos de contrariedade e até mesmo a  raiva inerente à ofensa são reações perfeitamente normais, de quem respeita  a si mesmo e se considera credor do respeito e consideração dos seus  semelhantes. 
♣ Da mesma forma, dar uma corrida, realizar exercícios físicos ou algum  trabalho que leve à exaustão, são recursos valiosos para se diluir a raiva. 
♣ Extravasar, contar para os amigos como se sente, também são atitudes  saudáveis e terapêuticas.

 ► O que não se deve fazer é camufla-la, reprimi-la, pois então estaremos oportunizando o surgimento da mágoa e do ressentimento. Certamente há situações em que a dor nos atinge sem que possamos  nos defender. Ocorrências em que ficamos paralisados, sem saber como agir, tamanha  nossa surpresa e decepção. Entretanto, parece que nunca estamos preparados para as decepções. Acreditamos que sempre seremos estimados e considerados por todos, e que as pessoas nunca irão nos trair e então nos magoamos. 
A ingratidão e a calúnia ainda fazem parte do orçamento moral da humanidade, e não há quem não se depare com elas em algum momento.  Dependendo da pessoa autora do disparo, do lançamento do dardo, este  parece penetrar o mais profundo da alma, produzindo enorme sofrimento. 

► Muitas vezes, aquela pessoa em quem nós mais confiávamos nos trai,  nos decepciona, nos fere e a dor então é perfeitamente natural. 
♣ Chorar, 
♣ Mostrando-lhe os ferimentos, 
♣ Considerar a ocorrência injusta, 
♣ Demonstrar os sentimentos ao agressor, são atitudes que auxiliam para  que a dor diminua e se abrande. Contar aos amigos o ocorrido, demonstrando como se sentiu diante da  situação, dizer o quê o magoou, são recursos que colaboram para que a  mágoa não se instale na criatura. 

Em nenhum momento devemos nos  permitir guardar a mágoa, diz o espírito Hammed. 

Muita Paz!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O impacto das críticas na autoestima !




Texto: André Lima (www.eftbr.com.br)

Duas coisas que certamente influenciam bastante o comportamento das crianças são as críticas e elogios. Os exemplos dados pelos adultos também influenciam bastante as crianças, mas vamos focar nesse artigo nas críticas e elogios para entender como elas afetam o desenvolvimento do ser humano.

Tudo que é dito com emoção para uma criança  tende a gerar nela uma emoção correspondente.  Essas emoções, por sua vez, criam marcas e ficam armazenadas dentro da criança, de forma consciente ou inconsciente. Quando algo é dito  com um sentimento bom, gera uma memória boa, mas, quando o que é dito vem com um sentimento negativo, a criança armazena aquela impressão.  As emoções tem um poder de gravar dentro de nós sensações, pensamentos, imagens  e sentimentos que podem nos acompanhar pelo resto da vida.
 É fácil perceber a força com a qual as emoções ficam gravadas no nosso campo emocional. Uma lembrança específica da nossa infância de um momento onde recebemos carinho dos nossos avós nos trará um bom sentimento. Aquela emoção ficou gravada e até hoje provoca bem estar; a lembrança será gostosa de ser revivida. Por sua vez, a lembrança de uma surra que levamos quando criança, pode trazer sensações bem desagradáveis ao ser relembrada. Esse é o poder que as emoções tem de imprimir em nós sensações boas ou ruins.
A partir desse princípio, para criar um ser humano saudável emocionalmente, cheio de bons sentimentos, seria ideal gerar na criança muitos momentos repletos de boas emoções. Elogios feitos com ênfase, com  sorrisos e afagos, são ótimos para impregnar a criança com bons sentimentos. Através desse amor que a criança recebe, ela vai se fortalecendo e aprende a amar a si mesma desenvolvendo uma excelente autoestima.
Já as críticas e repreensões deixam marcas emocionais negativas, pois elas vem carregadas de sentimentos negativos dos pais: raiva, frustração, decepção e medo muitas vezes. Conforme já vimos, isso vai imprimir vários sentimentos negativos na criança, que vão se somando uns aos outros. O acúmulo dessas emoções vai gerar problemas mais complexos, baixando a autoconfiança e autoestima da criança.
O problema é que na maioria das famílias, o elogio costuma ser raro. E quando é feito, é com pouco entusiasmo, sem  emoção, deixando poucas marcas positivas na criança. Já quando se trata de críticas e repreensões, estas vem carregadas de sentimentos negativos. No final das contas, o balanço geral no histórico da vida da criança, vai haver muito mais marcas negativas do que positivas.
Existe ainda a crença de que os acertos e bons comportamentos da criança deveriam ser normais, por isso, não se vê razão para elogiá-los. Sendo assim, a criança tira um boa e não ouve nada de positivo. Mas, se tirar uma nota baixa dentre as boas, é provável que ouça críticas ou comentários nos quais os pais demonstram  sentir a frustração e decepção.
E assim somos bombardeados desde pequenininhos por nossos pais inconscientes, que por sua vez também foram criados desse forma. Aprendemos a valorizar e dar mais atenção as coisas negativas, gerando mais sentimentos negativos, e a ignorar as coisas positivas.
Criamos então um ser humano crítico consigo mesmo, que tem dificuldade em ver suas próprias qualidades, mas que consegue enxergar mil defeitos em si mesmo. Aumenta a auto cobrança, a auto depreciação  e os sentimentos de menos valia. Toda essa negatividade se refletirá em problemas de relacionamento, dificuldades de crescimento profissional, insegurança sobre o caminho a seguir na vida e inúmeras questões que são afetadas pela nossa autoestima.
Será que é possível dar limite as crianças sem criticas e repreensões? Sim. Dar limites é saudável, ajuda a criança e se desenvolver e a respeitar os outros. Na verdade, é essencial, as crianças precisam de limites e respeitam pais que sabem dar a limitação na medida certa. Esse é um tema que exigiria mais explicações. O que é importante agora, é apontar a diferença entre o que é dar um limite, e o que é criticar e repreender. As críticas e repreensões vem carregas de julgamentos e sentimentos negativos dos pais: raiva, frustração, decepção, tristeza... Já o limite, esse vem de forma firme e clara, sem culpa ou qualquer outra emoção negativa.  O programa de TV por assinatura da "Supernanny" dá aulas valiosas sobre como agir dessa forma. 

Aprendo muito sobre comportamento humano ao assistir o programa.
Para aqueles que tem filhos ou que pretendem ter, é importante ficar atento para não repetir a velha forma de criticar e destruir a autoestima dos filhos. E para aqueles que já perceberam os erros e ficam se culpando por isso, perdoem a si mesmos. Certamente fizeram o melhor que sabiam fazer. Nunca é tarde para mudar e começar a elogiar. A culpa traz apenas consequencias negativas e dificuldades em lidar com os filhos e colocar limites com firmeza. 
Muita Paz!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A Alegria de Criar Deliberadamente!



Texto: Michael A. Verdichio

Devido à poderosa Lei da Atração, sempre que você está dando – pelo modo de oferecimento vibracional – você está recebendo. A Lei da Atração sempre põe em ordem as coisas e traz a todos o produto que se equipara aos seus pensamentos.

Atração
O que você focalizar você expandirá. No que você pensar consistentemente, você trará a sua vida. Você atrairá para a sua vida os seus pensamentos mais dominantes. Esta é a Lei da Atração. A Lei da Atração é também chamada de “Lei da Vibração” e “Lei do Magnetismo”.

Muitas vezes, você ouve as pessoas dizerem: “Seja positivo e não seja negativo”. Eles pensam que poderá haver um pequeno benefício em ser positivo quando oposto em ser negativo. A verdade é que os nossos pensamentos são muito mais poderosos do que isto.
Através de nossos próprios pensamentos e ações, nós trazemos para nós mesmos a coragem ou o desânimo. A cada dia nós temos uma escolha. Sim, é uma escolha. Se uma pessoa escolhe perambular o dia inteiro tendo pensamentos depressivos, lamentando-se por tudo, criticando todos os demais, reclamando, replicando a tudo em um tom depressivo, o resultado será uma pessoa feliz, bem sucedida positivamente? Não, de modo algum!

É através de nossos próprios pensamentos e ações correspondentes que atraímos coisas para nossas vidas. Seja os pensamentos que você considere bons ou maus, positivos ou negativos, bem sucedidos ou não, vitória ou fracasso, você determina os seus próprios resultados a cada dia!

Nós temos o livre arbítrio para escolher. Este é o modo com que o Criador projetou os seres humanos. Nós podemos escolher pensar aquilo que queremos pensar. Nós podemos também decidir mudar a nossa atitude mental, e escolher pensar diferentemente.

Isto pode exigir um pequeno esforço, porque estamos todos no hábito de pensar determinadas coisas. Mas com o esforço consistente, podemos quebrar estes hábitos e estabelecer novos hábitos.

Por exemplo, pense em uma pessoa que tenha o hábito de reclamar. Esta pessoa, não importa o que aconteça, sempre encontra algo com o que reclamar. Mas, fazendo um esforço deliberado, esta pessoa pode parar de reclamar. Ela pode escolher procurar e pensar sobre coisas agradáveis que estão acontecendo em volta dela. Ela pode escolher ser grata pelas coisas que ela tem.

Muitas pessoas não compreendem que o que focalizam, expandem. Em outras palavras, se você está sempre reclamando, ou procurando coisas que estejam erradas, e então pensando sobre estas coisas, você literalmente está atraindo mais destas coisas em sua vida.

Nossas mentes foram projetadas para encontrar e atrair o que escolhermos pensar e focalizar. Pense nisto. Você conhece pessoas que reclamam e são negativas o tempo todo? As coisas negativas vêm consistentemente em seu caminho. Elas fracassam. O ciclo então se repete repetidas vezes.

Por outro lado, no que as pessoas positivas e bem sucedidas se focalizam? Elas pensam e falam sobre coisas positivas e bem sucedidas. E por sua vez, o que elas manifestam em suas vidas? Elas consistentemente são bem sucedidas.

Por que a mesma coisa acontece repetidas vezes, dia após dia? Porque este é o modo com que as nossas mentes foram projetadas. A Lei da Atração funciona para todos porque é uma lei universal. Você pode chamá-la do que quiser chamá-la, mas ela funciona exata e efetivamente como a lei da Gravidade.

De fato, um verso na Bíblia descreve isto maravilhosamente. Este verso, tem sido e continua a ser citado repetidas vezes. (Parece-me que quase todo livro de auto-ajuda escrito poderia estar baseado nesta poderosa verdade). O Livro de Provérbios diz: "Como ele pensa em seu coração, assim ele é."

No que você pensar consistentemente, você trará a sua vida. Hoje você é um resultado dos pensamentos dominantes que você escolheu pensar e acreditar.

A boa notícia é que, você pode mudar o seu mundo, o seu ambiente e a sua situação. Aquilo que você desejar mudar em sua vida comece com os pensamentos que você coloca em sua mente.

É ao mudarmos os nossos pensamentos que mudaremos a nossa condição, a nossa situação e as nossas circunstâncias. A escolha é sempre sua!


Muita Paz!
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