quinta-feira, 4 de julho de 2013

Você ja enfrentou a Sua Fera hoje?



Texto: Teresa Cristina Pascotto.

Todos os seres humanos carregam em si todos os aspectos da dualidade. Aqueles que não concordam com isso, são os que vivem em negação, preferindo viver em suas mentiras e ilusões a terem que confrontar suas verdades, constando que sim, contém todos os aspectos negativos que os outros humanos. Reconhecer essa realidade é também um ato de humildade. É fácil apontar o dedo acusador para aqueles que cometem atos violentos e vandalismos em geral; é fácil ficar em sua posição confortável, falando dos erros alheios, mas é muito difícil e raro, eu diria, encontrar alguém que reconheça que tudo aquilo que mais o incomoda nos outros -neste exemplo, a violência-, só o incomoda dessa forma demasiada porque essa mesma violência -não manifestada- também existe dentro de si.

Vou citar o exemplo das manifestações que estão acontecendo à nossa volta. Todos os "manifestantes pacíficos" que iniciaram o movimento foram movidos por impulsos de indignação, injustiça, revolta, dentre outros sentimentos e emoções "negativos". Sua manifestação, em termos de atitudes, foi pacífica em verdade, porém, internamente, sua fera estava movida por sentimentos horríveis e um desejo enorme de "sair para o mundo" e gritar por seus direitos de forma bastante agressiva, seja na expressão da palavra ou até mesmo expressando em atitudes. Porém, estes manifestantes pacíficos, são suficientemente autocontrolados - excessivamente -, para permitirem que suas feras pudessem vir à tona de forma tão explícita. Assim, saíram "pacificamente" para as ruas, enquanto suas feras foram manifestadas vibracionalmente "para fora", fisicamente nada havia de agressividade nas suas manifestações, mas na energia -que é a nossa realidade mais poderosa-, todos estavam "soltando os bichos" numa projeção energética. Com isso, dentre os "pacíficos", havia todo o grupo de "feras energéticas" junto deles, VIBRANDO violência e agressividade.

Como tudo ocorre na dinâmica oculta das energias, quem olha com os olhos físicos, nada enxerga, a não ser manifestantes pacíficos e, se ninguém percebe a realidade oculta na mente humana, nós nunca poderemos perceber verdadeiramente o que nos impede de evoluir e de ascender. Se Somos Todos Um, aquilo que existe na mente destrutiva de um está na mente de todos, assim como, aquilo que está no coração bondoso de um está no coração de todos. Enquanto as mentes não forem desmascaradas em suas mazelas ocultas e aceitas, nós nunca conseguiremos dar o salto evolucional pelo qual tanto esperamos.
Enquanto os ditos pacíficos controlam e negam suas feras, a agressividade humana continuará ativa e latente. Os estragos de uma energia oculta projetada são muito maiores dos que ocorrem com energias manifestadas. Desta forma, para que possamos trazer a evidência dessa realidade agressiva à tona, algumas pessoas, que já estão com sua agressividade mais latente e aflorada, e predispostas a manifestarem-se de forma violenta e agressiva, acabam captando a energia das "feras vibracionais" que estão ali, manifestadas energeticamente no grupo, e "incorporam as feras/demônios" de todos, que entram em comunhão com suas feras que já estão à solta e acabam manifestando na fisicalidade aquilo que as "feras dissimuladas" não querem manifestar. Assim, todos do grupo, inclusive os tais manifestantes pacíficos, são responsáveis pelas atitudes violentas dos manifestantes agressivos, pois estes abraçaram suas feras rejeitadas.

Se a violência humana não for reconhecida individualmente, para que cada um de nós tome conta de sua fera interior, não haverá outro jeito de transcendermos a violência, a não ser através de manifestações explícitas de alguns que estão adorando poder soltar suas feras. É por isso que há um grande movimento de situações agressivas e violentas acontecendo nos últimos tempos. Se cada ser humano for capaz de mergulhar em si mesmo numa busca honesta e corajosa, para encontrar e conhecer suas feras e demônios ocultos, e se for capaz de aceitar e acolher essas suas expressões negativas, assumindo plenamente a responsabilidade por sua agressividade e violência, "abraçando suas feras", numa atitude de reconhecimento e vontade de cuidar dessas feras, para que elas tenham a oportunidade de serem educadas e ajustadas a um modelo mais saudável - na dualidade é impossível não termos agressividade que, em alguns momentos, é necessária para reagirmos em nossa defesa. O excesso disso é que é desequilíbrio -, elas começarão a se equilibrar e não precisarão mais ficar à espera de um momento de descuido nosso para que possam sair vibracionalmente fazendo estragos por aí, enquanto nós, dissimuladamente, ficamos acreditando em nossa pacificidade ao mesmo tempo em que ficamos apontando o dedo acusador aos violentos.
Toda a violência que acontece no mundo tem a ver com a violência que toda a humanidade está vibrando, exteriorizando ou não, ela está ali, causando males a todos nós. O mais prejudicado nisso é aquele que nega sua fera interna, pois ela está enjaulada, revoltada contra a própria pessoa que não a reconhece e não a aceita e acaba vibrando raiva, trazendo malefícios até mesmo à saúde daquele que a nega. Portanto, se as pessoas querem curar seus males, deverão, urgentemente, partir para essa busca interior no descobrimento de todo o seu lado mais destrutivo, abominável e aversivo. 

Enquanto não fizerem isso, suas vidas continuarão a ser insatisfatórias e frustrantes. E o mundo continuará violento.
Assuma sua violência e agressividade, sem julgamentos ou críticas. Aceite, esta é uma realidade humana, não há como estar mergulhado na 3D, na dualidade, sem carregarmos em nossa bagagem essas condições negativas. Mude seu olhar sobre isso e ao reconhecer suas feras, deseje encontrar, em seu coração, toda a força compassiva e amorosa que você contém, para que você possa se olhar e se aceitar com amorosidade. Você não é um monstro, você é apenas um ser humano que veio expressar sua missão escolhida por sua alma e foi ela mesma que escolheu quais feras deveria trazer para poder sobreviver a esta experiência tão difícil que é viver na dualidade. 

Quando você entende que suas feras fazem parte de um grande projeto da alma e aprende a dar as mãos para essas feras, como um pai amoroso que conduz seu filho, e vive plenamente sem autocontrole excessivo e sem negação, você começa verdadeiramente a experimentar a vida com alegria. Suas tristezas mais profundas têm a ver com uma autorrejeição que nem você mesmo conhece. No fundo, você sabe que contém essas feras e é por isso mesmo que fez de tudo para trancá-las e negá-las tentando manter-se bem longe delas, criando comportamentos e máscaras para enganar a si mesmo e ao mundo e é por isso que você se rejeita. Se você não conquistar a real autoaceitação, independentemente do que carrega dentro de si, nunca conseguirá se libertar de suas limitações.

Recolha suas feras com amorosidade e responsabilidade, e a violência no mundo diminuirá e, com o tempo, aqueles que ainda querem exteriorizar sua violência, após se darem o direito de exorcizarem seus demônios, também irão se sentir mais aliviados e poderão, com nossa vibração amorosa, voltarem a um estado mais saudável.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Poema da Paz!



O dia mais Belo? Hoje

A coisa mais fácil? Equivocar-se

O obstáculo maior? O medo

O erro maior? Abandornar-se

A raiz de todos os males? O egoísmo

A distração mais bela? O trabalho

A pior derrota? O desalento

Os melhores professores? As crianças

A primeira necessidade? Comunicar-se

O que mais faz feliz? Ser útil aos demais

O pior defeito? O mau humor

A coisa mais perigosa? A mentira

O sentimento pior? O rancor

O presente mais belo? O perdão

O mais imprescindível? O lar

A estrada mais rápida? O caminho correto

A sensação mais grata? A paz interior

O resguardo mais eficaz? O sorriso

O melhor remédio? O otimismo

A maior satisfação? O dever cumprido

A força mais potente do mundo? A fé

As pessoas mais necessárias? Os pais

A coisa mais bela de todas? O amor

Madre Teresa de Calcutá

domingo, 23 de junho de 2013

Desapego.


Texto: José Trigueirinho Netto.

O Planeta encontra-se numa fase muito especial de sua evolução e passa por profunda mudança. 
O desapego é fundamental para os que a estão acompanhando, pois sem desprendimento pelo que ja é conhecido não seria possível ingressar livremente no que está para vir.

O desapego deve deixar de ser mero conceito para os que procuram vivê-lo. Não deve ser apenas uma palavra acolhida com boa vontade, mas a superação efetiva dos laços terreno e do conhecimento atual.
O desapego é sempre necessário para ampliarmos a compreensão, para contatarmos o que ainda não foi desvelado.

Assim, tudo o que captamos, descobrimos, compreendemos e vemos deveríamos soltar tão logo tenha cumprido o seu papel de nos ensinar alguma coisa. 
Mas deveríamos desapegar-nos com amor e gratidão, cientes de que o objeto de nossa renúncia pode ser útil para os que estão em outros pontos evolutivos, ou até voltar a ser útil para nós mesmos em uma posterior etapa da vida.

O desapego ajuda-nos a ir além do nível dos fenômenos e coloca-nos em contato com o essencial, com o que não é efêmero e cujas raízes se encontram em planos mais profundos.
Se persistirmos na intenção de nos desapegar, as provas do dia-a-dia mostram-nos quão desprendidos estamos da existência material e daquilo de que ainda devemos despojar-nos.

À medida que nos desapegamos, o que ocorre em nossa vida física não nos afeta tanto e já não aplicamos tempo nem energia na análise de fenômenos. Aproveitamos, isso sim, todas as provas que ela nos traz como oportunidade de nos transformarmos.

O desapego é o principal fator na busca de uma vida mais avançada. Mesmo que haja organização, dedicação, pontualidade, obediência e autocontrole, mesmo que muitas virtudes já se façam notar em nosso Ser, sem o desapego tudo isso pouco vale para a compreensão da realidade nos planos internos.

Se não damos excessiva importância às coisas fenomênicas e externas, elas deixam de ser um obstáculo para penetrarmos os níveis profundos da consciência e podem até ajudar-nos a fazê-lo.
Com a prática do desapego percebemos que a maior parte do nosso ser e do universo não está nos níveis em que normalmente somos conscientes, só um pequeno reflexo da nossa essência se encontra no que pensamos, sentimos ou fazemos.

O que há de mais significativo na existência vive em nosso interior.
Embora tenhamos tarefas no mundo concreto, devemos sempre saber que de um ponto de vista superior não pertencemos a ele e procurar agir no dia a dia consciente disso.

Muita Paz!

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O Movimento da Nova Era!


texto:CÂNDIDO, Patrícia. Grandes Mestres da Humanidade - Lições da Amor para a Nova Era. Porto Alegre, Luz da Serra Editora, 2008.

Na época atual é comum ouvirmos a expressão "Nova Era". Palavras como paradigma holístico, geração índigo, criança cristal, física quântica, medicina integrativa, chacras ou terapias alternativas já fazem parte do nosso vocabulário. 

Mas, o que a Nova Era tem de novo?

Na verdade, nada. 

A Nova Era se trata do conhecimento antigo traduzido para uma linguagem contemporânea. 

As civilizações orientais mais antigas já citavam a medicina holística em 9000 a.C., portanto não há nada de novo e sim um agrupamento do passado com as informações da era tecnológica.

Hoje, num mundo mais livre, menos reprimido graças a uma época em que a liberdade é real e não vigiada ? ao menos em países como o Brasil - podemos falar de qualquer assunto sem repressão. Podemos expressar nossa opinião de forma livre, sem temer a morte através de uma fogueira ou guilhotina. O medo foi companheiro da humanidade durante milênios, marcado em nossas células a ferro e fogo, perdurando até os dias de hoje. Princípios como a nossa existência cíclica (reencarnação), por exemplo, caracterizam as "eras" da humanidade. Todos nós, dos ancestrais primatas ao homo sapiens, vivenciamos eras distintas, experimentamos vidas e sensações diferentes e, com isso, aprendemos, evoluímos, crescemos.

Desde a era primitiva, do "aprender a andar ereto" até a nossa atual era inteligente e digital, o homem sempre se defrontou com os mistérios da criação do universo, com o "quem sou", "de onde vim", "para onde vou". E nos momentos de transição entre as eras sempre surgem seres especiais que são formadores de opinião para introduzirem novos conceitos ou reafirmarem conceitos antigos que estão esquecidos, no intuito de ajudar no esclarecimento das principais dúvidas da humanidade.

Podemos chamar esses seres especiais de Grandes Mestres da Humanidade, porque são capazes de abandonar o ego simplesmente por amor. Porque têm senso de unidade, de que todos formamos uma única teia, uma rede de energia que nos interliga a cada ser que vive neste Planeta. Porque já nascem sabendo que em suas vidas existe uma missão específica e humildemente, deixam suas mensagens, muitas vezes em forma de parábolas, como o Mestre Jesus, em grandes livros como o Mestre Yogananda, ou em uma mensagem gravada em nossos corações, como a querida Madre Teresa. Seres que vêm a trabalho, a serviço do bem e da obra espiritual.

Entender a Nova Era é abandonar conceitos de dualismo, de separação e compreendermos que, assim como um conjunto de células trabalha em nosso corpo com harmonia e funções determinadas, nós também somos células com trabalhos específicos dentro de um grande organismo vivo: o Planeta Terra. Portanto, fazemos parte de um corpo maior e esse, por sua vez, também faz parte de algo maior chamado galáxia e, mais adiante, o Universo, que também compõe algo mais gigante ainda. 

Essa Nova Era que começa a nascer compreende o ser humano como um ser sutil, composto por pontos energéticos que apresentam variações e ondas vibratórias conforme seus pensamentos, sentimentos e emoções. E realmente estamos acompanhando uma era onde os seres humanos vivenciam, a cada dia, os confrontos com sua alma, seja em frente ao espelho ou numa avenida engarrafada com buzinas ensurdecedoras. Nesses momentos, a um passo da loucura e do desespero, começam a aparecer os questionamentos que se deparam com nossa natureza essencial. Com isso, algumas perguntas tornam-se bem frequentes:

O que estou fazendo aqui, no meio deste trânsito?

É natural um nó de gravata em meu pescoço, apertando-me e me sufocando o dia inteiro?

É natural um salto tão alto machucando meus pés?

É natural respirar de forma ofegante, sem parar, uma vida inteira?

Se tenho um sistema imunológico autossuficiente é natural tomar tantas medicações?

E são tantas outras perguntas, que poderia existir um livro inteiro somente assim...

O fascínio pela era digital e tecnológica e pelas máquinas está dando lugar para uma reaproximação e encantamento com tudo aquilo que é natural, ou que é criado pelo Universo. O ser humano está sentindo ?necessidade de mato?. Cada vez mais. Uma necessidade natural de reaproximação com sua verdadeira família, com sua verdadeira morada e sua natureza.

*****

Caro leitor, para apurar se sua percepção está próxima do natural ou não, vamos fazer uma pequena brincadeira! Vamos falar algumas palavras bem no seu ouvido. Você vai lendo e calmamente imaginando e sentindo o que elas despertam em seu coração, que tipo de emoção lhe vem à mente:

Opção 1) Buzina, trânsito, fila de banco, escritório, fast-food, centro da cidade, rodoviária, gravata, salto alto, stress, cafezinho, ônibus, caminhão, camelô, farmácia, raiva, mágoa, irritação, nervosismo, stress, dor.

OK. Se você sobreviveu a tudo isso, podemos continuar.

Opção 2) Cachoeira, flor, cristal, amarelo, sol, suco natural, cachorro, alma, oração, bebê sorrindo, borboleta voando, cabelo ao vento, mar, montanha, som da água, beija-flor, abraço, risada, amor, confiança, respeito, humildade, fé.

O que lhe pareceu mais natural? Se a segunda opção for mais frequente em sua vida, parabéns! Você começa a tomar consciência de quem realmente é. Um ser humano, energético que dispõe internamente de todos os recursos de cura e que não precisa buscar equilíbrio externamente. Se a primeira opção se apresenta mais frequente em sua vida, o botão de alerta precisa ser acionado! É hora de fazer sua reforma íntima, antes que a doença se manifeste. Muitas vezes a palavra ?reforma? nos assusta. O que lembramos quando falamos na reforma de uma casa, por exemplo? Trabalho, pó, sujeira, cansaço. Talvez para transformar-se, você passe por tudo isso, porém, depois da reforma, com tudo limpo e em seus devidos lugares, a sensação de paz e satisfação é indescritível, não é mesmo?

Para uma boa reforma, precisamos adentrar em uma Nova Era, que nada mais é do que prestar atenção em si mesmo, pois a todo instante nosso corpo sinaliza se estamos vivendo conforme nossa natureza ou não. O ser humano só está presente e sobrevive até hoje aqui no Planeta Terra pela sua incrível capacidade de adaptação às situações mais adversas. Porém, é preciso equilibrar-se. Precisamos de ar puro, de sol, de natureza. É natural! É inerente... Não há como dissociar o ser humano da natureza, pois dela fazemos parte. O acúmulo de dias, meses, anos em um ambiente tenso, desequilibrado, competitivo e barulhento destrói qualquer saúde. E quando você precisar de algo externo, como várias caixas de medicação alopática, cuidado: é um alerta do não se conhecer !!!!!!!!!!!!!!!!!!! Não existe aqui, de forma alguma, a intenção de firmar a extinção da alopatia... Isso é até engraçado e não falamos disso... Nunca! Precisamos das medicações alopáticas tanto quanto das medicações vibracionais, o propósito é justamente a integração das duas verdades, com equilíbrio e consciência! 

Precisamos muito uns dos outros, pois cada um se destaca onde tem maior habilidade, de acordo com as características e experiências de seu espírito. Todas as profissões são louváveis e exigem seres humanos competentes e dedicados, como se fosse um verdadeiro sacerdócio. Porém, é necessário dosar o trabalho e manter o equilíbrio. Uma célebre frase do Dalai Lama diz que os homens gastam toda a saúde para ganhar dinheiro e depois todo o dinheiro para recuperar a saúde. Parece incoerente e ilusório. E realmente é!

De onde veio toda essa fome pelo stress e pelo trabalho? Você já parou para pensar nisso? Por que trabalhar tanto?

Muitas pessoas afirmam que gostam de trabalhar para se distrair. Mas distrair-se de quê? Provavelmente da evolução espiritual, pois quando ficamos sozinhos e quietos, isso nos incomoda. Nesses momentos somos obrigados a olhar para dentro de nós mesmos. E desse caminho surge uma realidade permeada pelos mais diversos conflitos. Começamos a perceber nossas inferioridades, medos, angústias e, principalmente, nossa covardia em assumir quem realmente somos: seres divinos.

Por todos esses motivos, precisamos nos distrair... com um bom carnaval, com futebol, reality-shows, uma cervejinha, uma ilusãozinha, um cigarrinho. Depois uma doençazinha. Quem sabe uma depressãozinha? E, mais tarde, o fim da vidinha vazia e cheinha de ilusões.

Concentrar-nos em nós mesmos e nos reavaliar constantemente deveriam ser práticas diárias. Essa é a felicidade real, um exame constante da nossa missão de alma: a maior característica da Nova Era.

É necessário nos libertar-mos dos conceitos que estão enraizados em nossas mentes, como o de que somos máquinas ou robôs que precisam produzir para cada vez mais acumular riquezas materiais. Os bens materiais existem para que tenhamos conforto, afinal vivemos aqui, em um planeta material, mas jamais devemos nos tornar escravos do sistema.

Não somos máquinas. Somos partículas de Deus e, como Ele, devemos contemplar a beleza do natural...

Não precisamos trabalhar até a exaustão, cumprindo uma rotina estressante, distraindo-nos na mesmice automática e esquecendo de quem realmente somos: uma alma crística.

Então fica aqui a dica de organizar a rotina de maneira que a cada dia exista um tempo de oração, de interiorização, de sentir-se... perceber-se... alongar-se... e alinhar-se com a fonte cósmica de energia!!!!!!!!!!

E se isso é tão positivo, por que não o fazemos todos os dias?

Ahhhhhhh, porque precisamos de um carro melhor. Uma casa melhor. Uma roupa melhor... De mais dinheiro... E isso nunca acaba. É um vício tão terrível quanto o das drogas ou do álcool!!! E por que queremos sempre mais e mais? Todos os prazeres e satisfações provenientes das coisas materiais são efêmeros, durando muito pouco tempo: são descartáveis e, assim que conseguimos o que queremos, acabou a graça... Viciamo-nos na matéria e nos desejos materiais, do querer cada vez mais!

Será que em um único mês de férias conseguimos compensar o desgaste de um ano inteiro de stress? Ou será mais viável construir pequenas doses diárias de prazeres que transpõem o tempo e que são verdadeiros antídotos para aniquilar a preocupação da nossa vida?

Normalmente o que nos traz preocupação, angústia e ansiedade são situações onde nada podemos fazer. Então, as preocupações só nos trazem a doença.

Tudo o que começa de forma natural deve ser resolvido da mesma forma. A sabedoria budista refere-se aos pensamentos nocivos como ?venenos da mente? e aos sentimentos nobres como ?antídotos?. E são esses antídotos que os Grandes Mestres da Humanidade sempre nos trouxeram... São esses os presentes que recebemos deles e que a grande maioria de nós, seres humanos, não soubemos aproveitar...

Esse movimento teve a iniciativa a partir do momento que almas inquietas começaram a reencarnar no nosso Planeta. Essa busca constante por respostas, e principalmente por uma ligação direta com Deus sempre proporcionou evolução. Um crescimento que quase nenhuma estrutura religiosa do mundo conseguiu, através de seus dogmas engessados, explicar na totalidade, o que reforça ainda mais o entendimento, que nenhuma religião pode responder a todos os anseios dessas almas irriquietas. E principalmente, traz a tona, algo que os Grandes Mestres da humanidade sempre falaram, o melhor caminho é o caminho do coração, e a melhor religião é a do amor universal. Mais do que isso, o fato nos mostra que são os corações sedentos por respostas, os grandes responsáveis por esse momento tão abençoado para todos nós.


Muita Paz!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Furo na sua Aura!



Texto: Bruno J. Gimenes
A questão da proteção energética e espiritual é um tema muito abordado ao longo da história. Primeiro porque já se percebeu que as influências invisíveis podem ser tão devastadoras quanto ataques físicos. Segundo porque quando se fala em forças invisíveis, também há a uma grande mística envolvida de se defender daquilo que não pode ser visto.
Mas defender-se de que? De quem?
De nós mesmos...
Sim, porque todo ataque energético ou espiritual só acontece quando as leis naturais colaboram para isso. Nunca um acontecimento desse tipo ocorrerá sem que as leis naturais que construíram o universo e mantem a harmonia da vida estejam em equilíbrio.
Em outras palavras, há justiça em todo ataque energético.
SINTOMAS COMUNS
Você sofre desgastes energéticos que lhe afetam muito?
Você sente ataques espirituais constantemente?
Você sente a sua energia psíquica oscilando com frequência?

Saiba que tem alguém de quem você precisa se proteger: VOCÊ!

Sim, você precisará aprender a se proteger de você mesmo!
É o seu medo de enfrentar os problemas que faz com que eles apareçam.
É a sua maledicência que faz com que pessoas maledicentes surjam em sua vida.
É o seu excesso de vaidade e futilidade que faz com que discussões fúteis aconteçam na sua vida.
É o seu excessivo apego por coisas materiais que faz com que os assaltos, as perdas, os roubos aconteçam em sua vida.
E principalmente, é a sua baixa autoestima que mantem essas coisas acontecendo na sua vida. E manterá por muito tempo até que você definitivamente entenda que algo precisa ser feito e que a causa origem precisa ser curada.
Você se ama? Você confia que pode mudar uma situação negativa? Você coloca a culpa nos outros? Você reclama muito? Você tem crises de pessimismo? Você tem crises de mau humor?
Então você é uma dessas pessoas. E o pior é que se você é uma dessas pessoas, de nada adianta você rezar muito se não limpar esse medo e essa crítica do seu coração. De nada adianta você fazer um banho de ervas para se proteger se a sua aura tem um aroma ácido das suas emoções borbulhando de magoa e raiva. De nada adianta você fazer uma invocação a um ser divino se você nutre a intolerância diariamente em pequenos atos.
VOCÊ CRIOU ESSE PADRÃO NA SUA AURA
A sua aura é a energia manifestada da sua consciência. É um campo de energia que expele a vibração de quem você é em essência.
Você encontrará meios para atenuar qualquer forma de perda energética por meio das ervas, dos cristais, dos amuletos, mas tudo isso não tratará a causa do problema.
Você precisa se amar. Você precisa gostar de quem se tornou. Precisa encontrar e realizar a missão da sua alma, precisa aprender a se doar mais, aprender a amar mais e a perdoar mais. Precisa aprender também a sair da vida mediana, que é a vida sem um propósito maior. Não há nada que intoxique mais a aura de uma pessoa do que viver sem um propósito superior. Talvez você nem percebeu isso ainda, talvez já esteja percebendo, mas o fato é que o preço de viver assim é muito alto.
Definitivamente entenda que ter autoestima elevada não se resume em se olhar no espelho e gostar do seu visual. Você deve olhar para o espelho que reflete a sua essência como um todo e quando a imagem refletida brilhar, isso indica que você é realmente uma pessoa de autoestima elevada, o resto é ilusão e por essa condição, é um fato temporário.
Tudo o que afeta a sua energia permeia o seu ser por um furo que a sua aura oferece. Esse furo é a baixa autoestima. Você precisa começar a compreender que quando consegue ter pensamentos e sentimentos adequados e que vive uma vida com novos valores e novas atitudes, você fecha esse furo.
PARA MUDAR ESSA REALIDADE
Aprenda definitivamente e olhar para dentro e então você aprenderá a mudar isso!
Aprenda definitivamente a nutrir a sua alma então você aprenderá a mudar isso!
Aprenda definitivamente que é o amor a fonte de tudo então você aprenderá a mudar isso!
Quando você eliminar a crítica, a intolerância, o medo e a mágoa então você aprenderá a mudar isso!
Autodefesa psíquica e a proteção energética e espiritual nascem dentro de cada um.
Como será que Teresa de Calcutá, Jesus ou Gandhi se protegiam?
Qual seria o segredo de suas proteções energéticas e espirituais?
Reflita sobre isso, pois, existe um caminho, existe um jeito de blindar a sua aura.

Muita Paz!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Reflexões!

O que há de mal em estar em baixa???
"Observe as ondas no oceano. Quanto mais alto a onda sobe, mais fundo é o sulco que a segue. Em um momento, você é a onda, no outro, você é o sulco que se forma atrás. Aproveite ambos -- não fique apegado apenas a um deles. Não diga: "Eu gostaria de estar sempre no auge!" Isso não é possível. Encare simplesmente o fato: não é possível. Isso nunca aconteceu, e nunca irá acontecer. É simplesmente impossível -- não faz parte da natureza das coisas. Então, o que se pode fazer?
Desfrute o pico enquanto ele durar, e depois desfrute o vale, quando ele vier. O que há de errado com o vale? O que há de mal em estar em baixa? É um relaxamento. O pico é uma excitação e ninguém pode viver o tempo todo em estado de excitação. " (Osho)


“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar...Porque eu descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.” (Cora Coralina)


"Quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora." (Johann Goethe)


"Lembre-se que a porta de entrada para o santuário está dentro de você."  (Rumi)


"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável." (Mahatma Gandhi)


Muita Paz!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Harmonia Familiar



Texto: Elsbeth Wieleke
Porque estas duas palavras tão simples e que na verdade estão na aspiração de todos nós, são tão complicadas na sua realização?

Todos nós sabemos que a Harmonia Familiar é um assunto muito complexo. Como um sonho, esta Harmonia está na aspiração de todos, e é muitas vezes frustrante, porque avançamos muito lentamente nesta direção.
Primeiro precisamos entender que todos nós temos 3 famílias distintas entre si.

A primeira é a nossa família  de origem, nosso DNA pai, mãe, irmãos.

A segunda família é a que constituímos com outra pessoa da nossa escolha, que são o marido ou a esposa e os filhos.

Ainda temos a terceira família, nossa tribo espiritual, que são aquelas pessoas que encontramos ao longo da vida as quais tem a ver com a nossa evolução, enquanto humanos. Nosso encontro com estas pessoas tem uma natureza especial, que podemos sentir de imediato, ou tambem reconhecemos, porque os encontros ficam se repetindo ao longo da vida. Nessa tribo, com algumas pessoas sentimos uma grande afinidade, e com algumas outras uma tremenda dificuldade. Elas são reflexos dos nossos aspectos de luz e sombra, e nosso encontro com elas tem o propósito de nos darmos conta destes dois aspectos dentro da polaridade  do nosso psiquismo.

Na nossa família de origem estão as raízes da nossa alma. Também é uma tribo cujos valores e ensinamentos têm diretamente a ver com nosso crescimento, nossa missão individual aqui na terra. Então mesmo que não concordamos com a nossa história infantil, esta primeira família é uma espécie de laboratório onde aprendemos a nos relacionar e que nos prepara para o mundo, para esta grande viagem, que é a Individuação. Faz parte do nosso aprendizado o descarte de algumas verdades familiares com as quais não concordamos, e a afirmação ou  melhor a contribuição de alguma qualidade que trazemos, para contribuir com a evolução desta tribo familiar. A evolução da família de origem se dá num ritmo muito lento, que se movimenta numa espécie de comboio, onde um precisa esperar pelo outro para só então seguir em frente. Mas todos ali contribuem para a evolução grupal desta família, cada uma com o seu papel.
Na nossa segunda família, esta família que tem a ver com nossas escolhas, surge um outro tipo de laboratório, para onde levamos as experiências da família de origem. Este funciona como uma espécie de espelho, para que possamos nos ver refletidos. Quando não gostamos do que vemos ali, simplesmente queremos trocar o companheiro por alguém que nos compreenda e que preencha as nossas carências, necessidades, etc. Isto é muito comum hoje em dia, na era onde tudo é descartável. A finalidade dos relacionamentos desta segunda família é de um esmerilho, onde aprendemos  a conviver, onde vamos nos ajustando, melhorando, aprendendo a nos tornarmos pessoas melhores.

Talvez todos já experimentamos a satisfação de superar um conflito ou uma dificuldade que parecia ser intransponível. É uma espécie de gratificação para quem continua tentando harmonizar o todo.
E é também onde, através do Outro, podemos  desenvolver nosso poder pessoal ora concordando, ora discordando, aprendendo a conviver com as diferenças.

Como vivemos numa era de grandes e interligadas redes, os relacionamentos assumiram um lugar muito importante no nosso desenvolvimento, tanto pessoal, grupal ou planetário. Onde tudo começa dentro de nós mesmos. É uma mudança de paradigma. É o ponto de mutação para uma vida melhor. Não podemos mudar o Outro, mudar o mundo, mas podemos olhar para nós de uma nova forma. Podemos olhar para nós como seres que não são perfeitos, mas com a intenção de evoluir e de melhorar sempre. Isto só conseguimos através dos relacionamentos, onde aprendemos sempre e onde podemos sempre recomeçar.

Harmonia Familiar é um assunto complexo, que precisa do exercício da Relação nas três famílias. Isto, para vivermos em harmonia, num mundo melhor, que começa dentro, e com a boa vontade de cada um de nós.

Muita Paz!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...