sábado, 29 de dezembro de 2012
Felicidade e Alegria!
Texto: Jorge Blaschke - "Além de Osho: Ideias, Ensinamentos e a Mensagem do Grande Mestre"
"Os humanos podem ser tremendamente felizes e tremendamente infelizes, e são livres para escolher." (Osho)
Osho destaca que a felicidade é um estado de ânimo que, em algumas ocasiões, é produzido pela posse de um bem. Ganhamos na loteria e somos felizes, mas é um estado apenas momentaneo, pois a lembrança dos que não estão conosco pode nos arrancar essa felicdade, ou o fato de pensar na violencia ou pobreza que ha no mundo nos submerge novamente na tristeza. Isso nos leva a considerar dois fatores: primeiro que a felicidade é uma forma a priori da sensibilidade humana; segundo, como dizem os mestres espirituais, que a felicidade não vem de fora, surge internamente e depende de si mesmo.
A alegria seria uma consequência da felicidade, ja que se manifesta com signos externos: dançamos, rimos, estamos contentes. Mas também são instantes momentâneos, já que mais ceod ou mais trade a felicidade desparaece e, com ela, esses signos externos.
No entanto, pode existir uma felicidade serena.. O simples fato de nos levantarmos a cada manhã e nos darmos conta de que estamos neste mundo, de que vivemos e de que temos uma missão a cumprir pode nos levar a essa felicidade serena. Acontece que ninguém acredita na felicidade, e isso faz com que o homem não possa ser feliz.
Pessoalmente, minha felicidade é relativa, já que é dificil ser feliz em um mundo onde existe tanto sofrimento. Mas compartilho um grau de felicidade pelo simples fato de ter nascido e dou graças a natureza por poder compartilhar o grande mistério da existência, ainda que esse mistério possa me agoniar, ainda que me produza inquietudes. Cada vez que conhecemos algo mais sobre nós mesmos e o mundo que nos rodeia, move-se uma felicidade interior que brota e se manifesta com certa alegria exterior.
Dito isso, fica demonstrado que a felicidade não está relacionada com o triunfo na vida, nem com a posse de bens nem com a riqueza e o poder. Muitas pessoas que são imensamente ricas não têm essa felicidade interior, só desfrutam de seus bens e vivem absortos nas mesmas angústias que o restante dos mortais.
A felicidade deve provir de nossa consciência.
A realidade é que a felicidade não está relacionada com o mundo externo. Pode parecer assim em momentos determinados , mas não deixa de ser um estado de ânimo passageiro. Podemos estar apaixonados por uma pessoas e ser correspondidos , e acreditamos estar felizes, mas essa situação não deixa de ser tão passageira quanto qualquer outra. è uma felicidade externa. Os mestres espirituais nos explicam que, para ser verdadeira, a felicidade deve provir de nosso interior e estar relacionada com nossa consciencia.
A outra felicidade, a externa, depende das pessoas e é muito relativa. Para algumas pessoas, uma bobagem as faz felizes. Há coisas que fazem felizes a algumas pessoas e aoutras, não. Em qualquer caso, como é etxernaa, é uma felicidade passageira. Uma comida pode fazer uma pessoa feliz, ou fazer amor com outra, mas iso é prazer, não é felicidade, e é, também, o mais passageiro que existe.
"Existe o prazer e existe a felicidade. Renuncie ao primeiro para possuir o segundo." (Buda)
Muita Paz!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Separação e Solidão!
Texto: Carla Patrícia Hennemann
O que realmente procuramos?
Na sociedade em que vivemos somos educados a seguir modelos que são preestabelecidos. Um deles diz respeito a encontrarmos uma pessoa companheira para dividir a vida. E assim, somos cobrados, como manda a tradição, a nos casar.
Vemos casais que seguem uma vida inteira juntos, enfrentando as dificuldades, sendo companheiros e vivenciando diariamente o respeito de um para com o outro, levando em conta a individualidade de cada um. Mas sabemos que casais assim são raridades. Na verdade, hoje as pessoas se separam(e ai incluo os namorados)facilmente, sendo que muitas vezes desconhecem o real motivo desta ruptura. Tornam-se estranhos convivendo debaixo de um mesmo teto, também, por causa da superficialidade que se encontram hoje os relacionamentos.
Quando a separação emerge, não é nada fácil, este passo requer muita maturidade e responsabilidade, pois em geral muitas pessoas serão envolvidas. É um momento marcado por muita confusão, dúvidas e como única certeza de querer que a paz retorne a sua vida.
Após a separação surgem a solidão e o medo de enfrentar tudo aquilo. Até porque muitas vezes escondemos por anos e anos de nós mesmos insatisfações, mágoas, rancores de situações que aconteceram durante o relacionamento.
O sentimento de solidão na maioria das vezes provoca muitas angústias, sentimentos de autodepreciação e inseguranças. As emoções ficam mais expostas e a origem e a razão não parecem existir.
É essencial se convencer de que ficar sozinho tem seu valor. Este momento nos permite a introspecção, a reflexão dos fatos e o principal: um maior encontro com o seu verdadeiro eu.
Neste momento, chore... fique triste...mas permita-se sentir...depois se esforce para limpar as lágrimas...com certeza elas são passageiras. Entre no silêncio... busque a si mesmo...ouça sua alma. Perdoe-se... faça as pazes com você e com a Força Maior.
É preciso aprender que amar a si é a única coisa importante, pois, quando você se ama pode amar a todos. Preencha o vazio que se instalou em seu coração com a sua essência, pois você é o amor que procura.
Muita Paz!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Estabelecendo Metas para uma Nova Vida!
Texto: Chris Allmeida (www.chrisallmeida.com.br)
Existe algo comum em todos os livros de sucesso e desenvolvimento pessoal que você já leu ou vai ler daqui para frente:
A necessidade de colocar no papel quais são os seus objetivos de vida.
Napoleon Hill, Dale Carnegie, Joseph Murphy, Rhonda Byrne, Catherine Ponder, Norvel, Stephen Covey, J. M. Templeton, Og Mandino e assim por diante… Qualquer autor de qualquer época estará batendo na mesma tecla: “Deixe claro em seu subconsciente aquilo que deseja obter de sua própria vida”.
Embora esta seja uma informação muito comum, muitos ainda insistem em ignorá-la. E não há nada mais simples do que sentar-se na poltrona de sua casa, com caderno e caneta na mão, e começar a anotar os seus sonhos.
Obviamente, isto deve ser feito com dedicação, com propósito. Não é apenas um “escrever por escrever”. É anotar ali no papel as coisas que realmente serão importantes para que sua vida seja uma experiência fenomenal.O primeiro passo é, obviamente, “decidir aquilo que você quer”.
Parece óbvio? Nem tanto.
Muitas pessoas desejam muitas coisas incertas e todas elas ao mesmo tempo.
Outros pensam em metas na medida em que as coisas vão acontecendo (o famoso “deixa a vida me levar”). Ora, o estabelecimento de metas é o oposto de flutuar pela vida deixando que as coisas simplesmente aconteçam. Se você não sabe o que você quer alcançar ou não sabe no que é que deseja ter sucesso na na vida, corre seriamente o risco de ser aberto a fazer aquilo que outros ao seu redor sugerem (inclusive TV, redes sociais, família, etc.).
Parece óbvio? Nem tanto.
Muitas pessoas desejam muitas coisas incertas e todas elas ao mesmo tempo.
Outros pensam em metas na medida em que as coisas vão acontecendo (o famoso “deixa a vida me levar”). Ora, o estabelecimento de metas é o oposto de flutuar pela vida deixando que as coisas simplesmente aconteçam. Se você não sabe o que você quer alcançar ou não sabe no que é que deseja ter sucesso na na vida, corre seriamente o risco de ser aberto a fazer aquilo que outros ao seu redor sugerem (inclusive TV, redes sociais, família, etc.).
Definir metas requer que você faça uma decisão consciente sobre o que você realmente deseja. Além disso, o estabelecimento de metas requer igualmente o estabelecimento de um prazo, para que você não perca seu tempo com atitudes infrutíferas.
Aqui vão algumas perguntas que podem ajudar você a traçar suas metas:
1) O que eu sei sobre essa coisa que desejo? (Exemplos: “O que sei sobre este curso de medicina?”; “O que sei sobre este carro?”; “O que sei sobre a personalidade desta pessoa com quem quero me casar?”; etc.)
2) Quais são as informações que eu tenho? (Exemplo: “Já estudei o suficiente?”; “Conheço todas as formas de financiamento possíveis?”; “Tenho contato com os parentes e amigos desta pessoa?”;etc.)
3) Quais são as informações que eu preciso? Onde eu posso conseguir isso? (Ou seja, na conquista deste objetivo, o que realmente preciso saber a respeito disso para não cometer erros ou não me decepcionar no futuro?)
4) Quais as habilidades que eu preciso dominar para conquisar isto?
5) Que outros recursos que devo usar para alcançar esta meta?
6) A minha estratégia é, de fato, a melhor maneira de alcançar o que quero, ou há alguma outra forma?
E lembre-se também de duas regras importantes:
Primeiro: Comece pequeno, mas continue caminhando. Mesmo porque, suas metas e objetivos não precisam, necessariamente, serem grandes. Na verdade, quando você define um objetivo muito alto, pode achar que é enorme e muito demorado e, então, corre o risco de simplesmente desistir ou continuar mudando seus objetivos de tempos em tempos.
Segundo: Além disso, tenha também em mente que a fixação de metas não a garantia do sucesso e sim o primeiro passo para o sucesso. Na conquista de seus sonhos, certamente você encontrará contratempos. É por isso que, em alguns casos, as pequenas metas são preferíveis porque você pode medir seus avanços e vencer os contratempos, ganhando com isto mais autoconfiança para superar os desafios maiores do futuro.
Quer dizer que não devo pensar grande?
Pelo contrário. Pense grande, mas crie metas alcançáveis. Defina metas que podem ser realizadas em pequenos passos, que podem ser completadas em pouco tempo. Especifique as datas, a quantidade e também visualize alguns detalhes de sua meta.
Se você diz a si mesmo: “Eu vou ser um cantor de ópera” e então senta e espera que este fenômeno aconteça de repente, corre o risco de ficar esperando a vida toda. Comece com aulas de canto semanais, vá aprimorando sua técnica. Depois de um ano, comece a especializar-se em ópera. Vá avançando, ano após ano nas aulas de canto. Ao quebrar seus objetivos em unidades menores e viáveis, verá que está facilitando o seu caminho e tornando possível aquilo que parecia impossível.
Se você diz a si mesmo: “Eu vou ser um cantor de ópera” e então senta e espera que este fenômeno aconteça de repente, corre o risco de ficar esperando a vida toda. Comece com aulas de canto semanais, vá aprimorando sua técnica. Depois de um ano, comece a especializar-se em ópera. Vá avançando, ano após ano nas aulas de canto. Ao quebrar seus objetivos em unidades menores e viáveis, verá que está facilitando o seu caminho e tornando possível aquilo que parecia impossível.
Quando entrei na academia de Kung Fu, meu objetivo maior era conquistar a faixa preta. Mas, nos primeiros dias de aula como faixa branca, todo o meu foco era obter a habilidade técnica suficiente para poder vestir a faixa amarela. Então, quando obtive a faixa amarela, minha próxima meta era conquistar a faixa laranja, e assim por diante. Hoje tenho a minha faixa preta, mas para chegar a ela, 10 estágios anteriores tiveram que ser vencidos.
Lembre-se de que a mais longa jornada começa pelo primeiro passo.
Muita Paz!
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Cansados...
Texto: Domício Martins Brasiliense
Que cansaço que se abate sobre nós! Como estamos cansados de esperar!
Cansados que um dia nasça diferente, que surja algo diferente. Que alguém se achegue ou diga algo ou que algo nos anime. Que cansaço... E nada acontece... Por quê?
Se nos esforçamos tanto, trabalhamos tanto, persistimos tanto, por que não surge uma fagulha confirmando que tudo isso está valendo à pena? Nascemos, fomos obrigados a crescer, tornarmo-nos maduros e fazer parte do mundo do trabalho, do capital e... O retorno? O real sentido disso tudo? Felizes que éramos quando crianças; sorriamos e tudo era expectativa.
Mas o cansaço se propaga em nós, de tal forma que nos tira a energia e nos deixa devagar, quase parando. Que desânimo para os próximos dias, as próximas fases da vida, as próximas tentativas.
Bem que poderia vir uma luzinha que sinalizasse: é isso aí! Segue! Vai que encontrarás o que procuras... Puxa, daí essa sensação que temos de grande equívoco iria dissipar e nos sentiríamos mais satisfeitos com tudo. Essa luzinha... ?danadinha ela... Parece que nunca aparece?.
Aí, tem uma hora que alguém chega e diz: "Que cansaço que nada, não te entrega, toca o barco que sempre surge algo". Então, tomamos uma injeção de ânimo e nos reativamos para a jornada. Mas, se a luzinha não aparece nos entregamos, novamente, ao desânimo. Vem àquela hora em que olhamos para tudo e surge uma sensação de que não há muito sentido.
Então, é isso: cansamos! Estamos cansados dessa coisa toda: do ir e vir, do tentar, do esperar que a vida mude, que as pessoas mudem, que apareça algo... Cansaço! No entanto, a questão é: já cansamos o suficiente para dar um basta? Já jogamos a toalha? Já desistimos de nós mesmos e de usufruir do nosso direito de viver a vida? Até de fazer uma loucura saudável? Das possibilidades?
Será que já arriscamos, riscando algumas coisas sem sentido? Se fizéssemos uso de uma balança; de um lado tudo o que é imprescindível, necessário e com real sentido de ser e permanecer, etc. E do outro tudo o que é efêmero, sem objetivo, meio sem sentido e desnecessário... Como ficaria a balança? Complicou? Então pensemos só o seguinte: no que hoje despendemos um monte de energia que deveria estar direcionada para outra coisa? Seria uma possibilidade a considerar? Se sim, já é uma alternativa. Caso não haja, a pergunta seria: conseguimos pensar em nós mesmos de forma edificadora?
Bom, mas tudo isso pode ser conversa jogada fora, então a questão real seria: se houvesse um termômetro que medisse nossa felicidade ou satisfação em relação à vida, o que ele acusaria?
Não estamos carentes de "novidade"? Talvez algo que nos instigue; um desafio, algo novo a ser explorado, tateado, sentido, ou talvez aquilo que deixamos cair no esquecimento, mas que um dia foi um sonho, um ímpeto, uma vontade, um lampejo ou uma simples e corriqueira intenção. Uma daquelas coisinhas que fomos deixando...
Lembram quando éramos crianças? Independente da vida que tínhamos, acreditávamos num mundo lúdico, em algo mágico e nas possibilidades de cada dia. O que houve? Quem disse que quando se cresce o sonho desaparece?!
Vamos REviver! Vamos REsonhar! Vamos nos REconstruir! Vamos REedificar nossas vidas! Chega de tanta realidade que só nos suga a mente, o coração e nossos sonhos! O REcomeço é possível!
Como começar? REcomeçando, passo a passo, humildemente, mas com firme propósito.
Seria isso tudo o final de uma idéia? Que nada, é só um REcomeço para que muitas outras possam surgir! Chega de estar em Espera e que jamais entremos no Desativar; REiniciemos!
Muita Paz!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Outro 12.12.12 somente daqui há 100 anos!
Outra combinação numérica 12/12/12 acontecerá novamente no dia 12 de dezembro de 2112, ou seja, daqui a 100 anos exatamente.
Toda data que traz uma sequencia numérica sempre mexe profundamente com o imaginário popular. Nesse caso especificamente teremos a abertura do último portal energético antes do portal do dia 21/12/12. Isso faz com que estejamos atravessando um período de turbulências e muitas mudanças estão em curso no planeta terra. Essas alterações estão relacionadas com algo maior, ou seja, o ciclo galáctico. “Assim como é em cima é em baixo”!
Estamos no fim de um grande ciclo e isso exige tomadas de decisões no sentido de limparmos as gavetas da alma e dos armários. Quando mudamos da antiga morada para a nova, é de praxe deixar o que não é útil para trás. Nesse momento estamos sendo chamados a nos despedirmos do velho padrão, representados nos pensamentos, atitudes, vícios, etc. Descartar a bagagem obsoleta acelera em muito a evolução e o crescimento individual. A limpeza interior traz paz, alegria, felicidade, prosperidade, sorte e bom humor. Quando isso ocorre elevamos nosso padrão vibratório e, por conseguinte acontece a abertura do fluxo de bênçãos sobre nós.
Esse é o último portal energético antes do final do grande ciclo galáctico anunciado para esse mês (21/12/12). As mudanças radicais esperadas pelos fatalistas não se confirmarão, mas estão em cursos mudanças reais e podemos sentí-las por intermédio das emoções que estão à “flor da pele”. Mas procure manter a calma, não alimentando desavenças e desentendimentos. A serenidade é uma amiga sábia que está sempre disposta a nos dar a mão.
A mudança a nível de DNA pela qual está passando humanidade, não começou agora, mas nesse momento o processo está acelerado. Olhe a sua volta e perceberá que todos estão agitados, nervosos e uma boa parte com problemas emocionais, em alguns casos necessitando de auxílio de profissional. Os consultórios que tratam do campo energético e mental nunca estiveram tão cheios! Os medicamentos “faixas pretas” aumentaram de forma exponencial nos últimos tempos. É difícil encontrar alguma pessoa que não tenha um parente ou amigo com síndromes e doenças ditas modernas, tais como: síndrome do pânico, depressão e fibromialgia. Uma das causas principais desse fenômeno é o afastado do seu eu interior e da espiritualidade. Quanto maior o afastamento de Deus, maior o nível do problema!
O QUE FAZER:
- Diminua seu ritmo.
- Conecte-se com a natureza, tire seu calçado, pise na grama e deite na grama, abrace ou toque as árvores.
- Medite!
- Fique o maior tempo possível só, visando à reflexão.
- Procure pessoas ou grupos que auxiliem na elevação do espírito.
- Beba muita água.
- Mantenha a calma.
- Evitem alimentos pesados como carnes e vegetais sem alma (transgênicos).
Numerológicamente falando, essa data possui outra curiosidade, pois a soma total desses números (12/12/2012) quando reduzida é onze (11). O onze é uma das vibrações mestres que possui uma energia e vibração acima da média. O fluxo de luz divina estará jorrando de forma exponencial nas 24 horas deste dia. Vemos nesse momento, como nunca vimos antes, uma quantidade enorme de pessoas reunidas nos mais variados cantos do planeta com um único objetivo: elevar os pensamentos ao alto visando à melhora interior e por consequência da vida como um todo.
Aproveite esse momento sublime para eliminar carmas negativos e acelerar seu processo evolutivo!
Muita Paz!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
O Jeito de Transformar Sentimentos!
Texto: Osho - Yoga: The Alpha and Omega-
Esse é um belo método, será muito útil a você.
Por exemplo, se você estiver se sentindo descontente, o que fazer?
Patanjali (o expoente mais famoso da Yoga) diz para refletir sobre o oposto: se você estiver se sentindo descontente, contemple o contentamento: O que é contentamento?
Traga um equilíbrio. Se sua mente está raivosa, traga compaixão até ela. Pense sobre a compaixão e imediatamente, a energia muda porque elas são as mesmas; o oposto é a mesma energia. Uma vez que você a traz para dentro, ela absorve. A raiva está lá: contemple a compaixão.(...)
E não é uma energia diferente, é a mesma energia - a mesma energia da raiva - mudando suas qualidades, elevando-se. Tente isso.
Isso não é repressão, lembre-se. As pessoas me perguntam, "Patanjali está reprimindo? Porque quando estou raivoso, se eu pensar sobre a compaixão, não será isso uma repressão?" Não. Isso é uma sublimação:
não uma repressão. Se você estiver raivoso e reprimir a raiva sem pensar na compaixão então isso é repressão. Você vai empurrando-a para baixo e você sorri e você age como se não estivesse com raiva - e a raiva está borbulhando e fervendo lá e pronta para explodir. Dessa forma isso é repressão. Não, não estamos reprimindo coisa alguma, e não estamos criando um sorriso ou algo assim; só estamos mudando a polaridade interior.
O oposto é o pólo. Quando você se sente odioso, pense no amor. Quando você sentir desejo, pense no indesejável e no silêncio que procede disso. Qualquer que seja o caso, traga o oposto para dentro e observe
o que acontece com você. Uma vez que você pega o jeito disso, você se torna um mestre. Agora você possui a chave: a qualquer hora a raiva pode ser mudada para compaixão, a qualquer momento o ódio pode ser transformado no amor, a qualquer momento a tristeza pode se tornar êxtase. Sofrimento pode se tornar alegria porque o sofrimento tem a mesma energia da alegria; a energia não é diferente. Você só precisa saber como canalizá-la.
Muita Paz!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Teoria da Traição!
Texto: Inês Bastos
Falar sobre a "Teoria da Traição" é bem reconfortante, porque ela é o antídoto. Foi assim nomeada por mim, porque posso dizer, foi uma descoberta feita na pele, já cicatrizada.
Nós nos aproximamos, enxergamos, conhecemos e nos afinizamos com o outro através do brilho pessoal, das nossas intenções mais camufladas, do fato de amarmos e querermos ser amados, de criarmos laços e alianças desde o tempo das cavernas, do desejo de crescermos juntos e brilharmos individualmente. Tudo isso ou algumas coisas apenas, enfim, cada relacionamento tem um tom e uma intensidade.
Somos como um farol aceso ao qual os outros são atraídos pelo brilho e clarão! Unimo-nos na melhor das intenções, com muitas expectativas, algumas não ditas, mas sentidas com muito entusiasmo. É uma emoção que nos colore, nos cola um ao outro e, de certa forma, nos tira do mundo e do vazio. Criamos, assim, nosso casulo que infelizmente vira um sistema hermético de possibilidades. As trocas são acertadas, mesmo que silenciosamente. Tudo parece justo e confirmado.
Uma mão que se abre para doar não consegue voltar para o dono sem a esperança de algo tão bom pousado nela. E esperança vem do esperar, do receber. Doações saudáveis sempre são em vias duplas. Ao longo do tempo, inovamos, mudamos, sim; nós mudamos a nós mesmos, nos reinventamos e como mesmo sem essa consciência ou vontade, estamos na vida para evoluir. Perdemos um pouco a percepção de que cada um é um indivíduo e podemos andar em sentido diferente ou velocidade diferente do nosso parceiro. É natural que sejamos diferentes.
Quem olha com atenção para seu caminho, fica encantado com seu progresso e começa a deixar de estar disponível a coisas que não são mais encantadoras como antes, lá no longínquo início. O brilho inicial está ofuscado pelo dia-a-dia, pela mesmice no afeto, pela falta de espaço e entendimento sobre a evolução individual. Não há quem aguente lutar contra nosso interior que quer ser feliz.
Com luzes agora apagadas olhamos em volta e não sabemos como sair da nossa própria prisão, fria e triste, onde somos os carcereiros, cuidando para que nada mude de lugar ou situação. Não está bom para ninguém. Resta-nos a impotência, o isolamento emocional, o distanciamento mudo, a sensação de desvalor na relação, o descompasso e até certo descaso. Nós estamos mudados e os outros também. A evolução chama por todos.
Mas nossos interiores se interconectam, afinal, nos achamos um dia e as mensagens ainda são de ida e vinda, através do brilho das nossas luzes. E sinalizamos o desejo interno de um motim, que seja para a redenção; enfim uma salvação, onde possamos, juntos transformar ou mesmo com muita dor, abrirmos as portas e nos deixarmos andar, crescer, mudar, sair, ver o mundo novo, aquele onde transitávamos com brilho, o mesmo encanto que atrai pessoas e situações favoráveis.
Enquanto adiamos essa resolução, um dos parceiros é levado, pelo poder de ambos, a enxergar uma nova luz, um novo brilho para a salvação dos seres envolvidos que, na verdade, iluminará a todos. Estamos destinados a crescer interiormente. Novos encontros se formulam. Novos caminhos se desenrolam. Entram pessoas no nosso quadrado já tão apertado.
Em diversas culturas esta situação é chamada de traição. Esta palavra vem de traditione que significa entrega, por via popular. Não será a entrega de nossa alma de volta? Houve a decisão de ambos pelo rompimento. Essa constatação nos traz dor em todos os nossos corpos. Dói o coração físico, cada respiração, cada pensamento. Precisamos dar ao outro o direito de não nos querer mais como inspiração, amor, sexo, companhia e cumplicidade. De alguma forma enviamos essa mensagem anteriormente. Gestos frios, palavras não ditas, ações adiadas, amor reservado e desatenção verdadeira saem da nossa vida, às vezes com certo alívio.
Quando nos sentimos traídos, por não aguentarmos a névoa da insegurança, o presente e o incerto futuro, sofremos muito e na verdade também podemos nos sentir culpados pelo insucesso da relação - que enquanto durou pode ter sido boa o suficiente - mas, agora, vista por novos ângulos parece adoentada. Podemos piorar o quadro, nos fazendo de vítimas ou nos sentindo reais vítimas desse processo criado em parceria e vestimos uma túnica de espinhos, que aparentemente causa comoção, o olhar justiceiro de todos e nossa estagnação. Tentamos punir o outro pelo passo dado, mesmo sendo a nosso favor, mas ainda não sabemos disso. O apego nos faz sofrer nesta fase.
Quando nos sentimos os traidores, por não aguentarmos a culpa, nos jogamos na nova relação fingindo que não estamos iniciando do zero o mesmo que vivemos anteriormente. Teremos atraído exatamente aquela pessoa acertada para nossa fase angustiante. Quanto menos olharmos para trás, melhor, pois mais nos lembraríamos de nós mesmos como uma pessoa infiel. Se pudéssemos desaparecer seria o ideal!
Na hora, nada parece justificar! Dói e dói muito! Acredito que só o deus do tempo poderia nos socorrer. Mas, repentinamente, começamos a nos ver mais inteiros, mais observadores das nossas necessidades, mais magros ou afinados em nós, cuidando amorosamente e nos fazendo companhia, nos dando alegrias e prazeres, buscando novos aprendizados e interesses. Rejuvenescemos! Nos desintoxicamos! É um bônus de vida!
Quanto maior a visão desse pacto a dois, talvez não dito antes, mas sentido, mais fácil será o desligamento da dor e do passado. Novos vínculos surgirão para ambos, novos caminhos e afinidades que com o tempo terão que se redirecionar também. Essas mesmas pessoas sempre terão essas vivências na lembrança, mas a certeza de que cada dois que se juntam vivem uma história nova, de jeito e resultados inéditos, também é fato. Nada mais a comparar e sofrer. O bom para um pode ser o inferno para outro!
E como por encanto, num belo dia, estamos brindando a vida nova! Tudo passa e isso também passará. O mundo está preparado para receber pessoas que se sentem capazes de fazer a diferença apesar dos sofrimentos e criar um novo rumo para si mesmas. Acredite, a traição não existe, é um acordo cego, surdo, mudo e sofrido. É um passaporte para a vida nova que deve ser de encontros entre indivíduos amadurecidos, plenos e mais iluminados a cada dia.
Muita PaZ!
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