sábado, 10 de setembro de 2011

A peste emocional que nos rodeia!


“Existem almas vazias que têm sede de sensações fortes para encher seu deserto interior. Elas se inclinam, por isso, para o mal.”( Wilhelm Reich, 1951, p.121)


Talvez você nunca tenha ouvido falar em peste emocional. Talvez nunca tenha lido nada específico a respeito, mas com certeza já deve ter tido alguma experiência desse gênero. A peste emocional geralmente aparece velada, por trás de boas intenções, no intuito de ajudar o outro e a sociedade. No entanto, com o passar do tempo, a pessoa acometida por essa “doença”, vai invadindo todos os espaços, como uma erva daninha invade uma plantação ou um câncer invade um organismo vivo, dominando tudo o que está a seu redor.
A grande maioria das pessoas deve ter acompanhado ou ao menos ouvido algo a respeito do trágico acontecimento do dia 11 de setembro de 2001, que assolou os Estados Unidos e apanhou de surpresa um país que se julgava seguro e intocável. Uma série de características doentias fez com que o homem mais conhecido e comentado nos últimos tempos, Osama Bin Laden, ferisse o coração de uma nação com sua ousadia sócio-psicipática contaminada pela peste emocional.


Enquanto a Humanidade derramava lágrimas de tristeza pelo ocorrido, Osama, seus seguidores e muitos outros, inclusive alguns americanos, todos também contaminados pela peste emocional, aplaudiam a bravura e coragem daquele homem. Não bastasse tal atrocidade, surge alguns dias depois o chamado Anthrax, disseminando-se como erva daninha, da mesma forma que a peste se dissemina e colocando em risco a saúde de toda a humanidade.


O indivíduo acometido pela peste emocional pode estar ao nosso lado, dentro de nossas casas, de nosso circulo de amizades, de nosso trabalho, ou então, ser totalmente desconhecido e estar distante. Mas é real!


Em casa, junto à família, o indivíduo acometido pela peste emocional, em troca de poucos minutos de prazer difama o irmão, o filho, os país e outros familiares, sejam eles próximos ou não. Faz de conta que brinca de esconder coisas importantíssimas, mas esconde de verdade; finge ser o filho ou o pai bondoso, mas odeia quem está por perto e pode atrapalhar os seus planos; tem um espírito vingativo mesmo que leve alguns anos para que suas idéias se concretizem; mata por herança, apólice de seguros, poder e muito mais.


No trabalho, a pessoa que tem a peste até parece ser um bom colega, mas usa uma máscara, quase sempre imperceptível, cujo prazer é denegrir, difamar e destruir tudo aquilo que não foi construído por ele, do jeito dele, submisso a ele. São pessoas que gastam grande parte do tempo desenvolvendo vírus de computador para destruir programas importantíssimos, valiosos, que levaram dias, meses e até mesmo anos para serem construídos, só para ter uns poucos minutos de prazer sádico e doentio, vendo a desgraça dos outros.


Uma pessoa acometida pela peste emocional não aceita discutir os próprios mecanismos da peste. Fica inquieto, zangado e passa a defende-se atacando.Não tolera que ameacem sua couraça ou desmascarem seus motivos irracionais. Luta de maneira irracional contra todos os modos de vida que sejam parecidos co os seus, mesmo que esses não afetem de modo algum. Não se contenta com uma atitude passiva. Tem atitudes destrutivas da vida. Seu pensamento é perturbado por conceitos e emoções irracionais.


Um educador acometido pela peste emocional alega que as crianças são difíceis de educar e por isso seus métodos severos e autoritários são necessários, encontrando toda espécie de argumentos superficiais para apoiar sua convicção de que age pelo bem da criança.


De acordo com Reich (1983), algumas formas de educação, como por exemplo, enfaixar o bebê tolher seus movimentos, alimentar conforme horários estabelecidos pelo médico, avó ou pela própria mãe, amarrar as mãos do bebê, etc, é a expressão da praga emocional do adulto e tem como resultado o encouraçamento do bebê que, posteriormente, fará um esforço desesperado para não se lembrar da possibilidade de prazer na primeira infância. Diz Reich (1983): Quase toda mãe sabe profundamente o que a criança é e do que ela precisa, mas a maioria das mães segue teorias falsas e perigosas, de teóricos superficiais, em vez de ouvir seus próprios instintos naturais.


Uma pessoa acometida pela peste emocional, como não consegue se promover pelo esforço próprio busca se promover por meio da destruição do outro. Em vez de escrever seus próprios livros vive em busca de erros nos livros dos outros para poder criticá-los, no intuito de destruir a qualidade das obras. Apega-se a títulos e se esquece da qualidade de trabalho que o outro pode ter, impedindo dessa forma o progresso; atribui ao outro a culpa e ignorância que são dele próprio; tem inveja e ódio de tudo o que é saudável, denegrindo e esmagando realizações que muitas vezes podem ser honestas e importantes.


Uma pessoa acometida pela peste emocional tem forte tendência a formar círculos sociais e nunca ficar sozinho, ao mesmo tempo em que “caminha com arrogância, tentando destruir sua própria existência e bem–estar maldizendo com criador da vida” ( Reich, 1953, p.279); Fofoca e difamação dão a ele uma satisfação perversa; tem grande capacidade criativa , mas odeia o trabalho, a não ser que o lidere, pois é líder “nato” e sabe muito bem como dominar os mais fracos, apresentando fanatismo religioso e cultural extremista e uma sexualidade geralmente sádica e pornográfica.
Mas que doença é essa?
De acordo com Reich (1933, p.461), “a peste emocional é uma biopatia crônica do organismo”. Nesse caso, Reich utiliza o termo biopatia para se referir a todas as enfermidades causadas por uma disfunção básica do sistema neurovegetetivo, no qual existe um comprometimento emocional muitas vezes acompanhado de um comprometimento físico, por conseqüência.


Ainda segundo Reich, (1948), a origem da peste emocional se dá no berço, ou seja, quando existe um contato físico, energético e emocional precário por parte de quem faz a função materna junto ao bebê, seguido de uma educação compulsiva e autoritária, o que dá margem a uma possível desestruturação energética e de caráter, e constitui a base para a manifestação de uma biopatia. Primeiramente, o organismo responde contraindo-se; em seguida, responde com as doenças físicas e ou orgânicas. Reich (1948) procura explicar essa contração do organismo humano a partir do medo, um medo corporal, sentido pelo corpo todo, que se contrai como defesa. É, então, desse medo que também surge à peste emocional, que apesar de não ser transmitida de mãe para filho de maneira hereditária, “É inculcada na criança desde os primeiros dias de vida” (Reich,1933,p.461)


As pessoas acometidas pela peste emocional quase sempre possuem uma quantidade muito elevada de energia biológica, acompanhada de uma rígida couraça caracterológica e muscular. Daí a explicação para a rigidez de pensamento e agressividade, visto que a pessoa acometida pela peste é produto de uma educação compulsiva e autoritária.


Tal como a esquizofrenia ou o câncer, a peste emocional é uma doença endêmica. No entanto, Há uma diferença notável: manifesta-se essencialmente na vida social e está intimamente ligada ao Caráter neurótico. Isso não significa, entretanto, que todo indivíduo neurótico seja acometido por essa doença.


Entre os anos de 1934 e 1944, com a acirrada campanha da imprensa norueguesa, Reich também descobriu os efeitos da peste emocional humana sobre si mesmo e contra a sua pesquisa. E nós, se pensarmos um pouco, conseguiremos identificar momentos em que fomos ou até mesmo continuamos sendo vítimas de indivíduos acometidos por essa doença.


O conceito de peste emocional não implica terapeuticamente em uma depreciação. Como doença que é, pode ser tratada. O importante é sabermos reconhecer a peste emocional em nós mesmo se nos outros e procurarmos ajuda para isso. Se a humanidade soubesse discernir os momentos em que está se sentindo com a peste emocional, se fizesse respeitar e a tratasse, tudo seria diferente.


É bem como diz Reich(1933, p.491): “só o restabelecimento de vida amorosa natural das crianças, adolescentes e adultos pode livrar o mundo das neuroses de caráter e da peste emocional em diversas formas”.

Referências bibliográficas:
REICH, W(1933) Análise do Caráter. São Paulo: Martins Fontes, 1995. (1948) La Biopatia Del Cáncer. Buenos Aires: Martins Fontes, 1995.(1951) O Assassinato de Cristo. São Paulo: Martins Fontes, 1991. (1953) People in trouble. New york: Farrar, Stratus and Giroux, 1976. (1983) Bambini del Futuro. Milano: Sugar Co Edizioni, 1987.
(José Henrique Volpi)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Pânico: O medo e seus efeitos restritivos!

Não basta se medicar, tem que se transformar.
Se mais atento, o ser humano perceberia que nada que lhe acontece é de se jogar fora, nem mesmo os sofrimentos.
Há é que se valer do alerta que a vida lhe dá - o sintoma - para buscar viver melhor...entender-se mais!
Medo?!
Viver pressupõe riscos. É um ato dinâmico, não pode ser controlado.
Ainda assim o ser humano busca a segurança e o controle ao longo da vida.
Quer fazer seguro de tudo...e o medo lhe vem de rebote.
Quanto mais medo sente, mais recursos têm que mobilizar para tranqüilizar-se.
Quanto mais tenta, mais experimenta o medo.
Tudo isso porque não vê a perda como um processo natural da vida.
Não quer passar por isso: fracasso, erros, etc...
Não entende a função do desapego como um caminho para o seu crescimento.
“Vencer ao mundo é fácil. Difícil é vencer a si mesmo”.
Só a vida lhe dará as situações adequadas para este ensinamento.
Mas como é duro!
Tudo o que se faz é tomar estas questões como situações a serem vencidas!
Mas “de que adianta ao homem vencer o mundo se vier a perder sua alma?”
Para onde estamos olhando?
O que estamos valorizando?
Estamos dispostos a ir mais além?
Abrir-nos ao que não conhecemos ou concordamos?
Ou apenas tentando nos defender?
Quando bebê, sente-se totalmente vulnerável e dependente.
Tem que contar com pessoas para cuidar de si.
Veio de uma outra condição: a de aparente perfeição.
O alimento vinha-lhe da maneira exata, a temperatura parecia criteriosamente regulada...enfim tudo lhe parecia perfeito.
Quando nasce, parece passar por um grande trauma: a separação, a mudança de vida.
Estranha, sente-se perdido.
Precisa de tempo e de ajuda para acostumar-se à nova realidade.
É dependente. Precisa de quem o ame e cuide.
Não se conhece e nem ao mundo.
Tudo o que sabe é o que sente.
Quer ser amado...importante.
Sua identidade se formará a partir do seu relacionamento prioritariamente com a mãe ou sua substituta e a partir dos valores que esta tiver e de suas percepções do mundo.
É certo que já nasce com características próprias e tendências, mas suas experiências afetivas com esta figura de ligação e sua respectiva ótica de mundo, influenciarão diretamente sua maneira de ver a si mesmo e a tudo...e terá toda uma vida para tentar compreender e ir além desta simbiose inicial, para tornar-se alguém com características próprias.
Como nada é perfeito na vida, herdará até o que não se gostaria: medos, dificuldades e inseguranças daquelas pessoas mais importantes em sua vida.
Tenderá a repetir seus comportamentos e sentimentos.
Além disso, sua forma de ser e estar no mundo serão em parte conseqüência de situações difíceis que tiver atravessado na infância (ou a sensação disso ter acontecido).
Exemplo: ameaças de separação ou perda podem gerar posteriormente um comportamento de ansiedade, fobias ou Síndrome de Pânico, a serem avaliados, é claro dependendo ao que estas lembranças estiverem associadas.
Estas experiências, uma vez registradas,ainda que não se perceba consciente e claramente, podem produzir uma conduta medrosa ou angustiada quando em contato com situações que lhe remetam de alguma forma àquelas vivenciadas.
Quanto mais dolorosa e difícil tiver sido a situação, maior a dificuldade de acessar e entendê-la livremente.
Podem surgir pesadelos horríveis, fobias ou outros casos mais complexos, a depender de como se tenha administrado estas dificuldades internamente.
Às vezes, sofre-se de problemas que nem se sabe o porquê.
São medos aparentemente ilógicos e inexplicáveis que aparecem como que do nada o deixando desesperado e com a sensação de impotência por isto lhe causar tanto sofrimento e estranheza e por não vislumbrar a saída para o problema.
Não se pode esquecer, é claro, que tudo isso valeria para qualquer situação de vida que se estivesse analisando. É preciso enfatizar também que as coisas não são tão esquematizadas e lógicas quanto possa estar parecendo.
Cada pessoa dará seu próprio tom ao que tiver vivido. Além disso, existem os fatores genéticos e tantos outros que devem ser considerados também para uma devida apreciação da situação. Contudo, é sempre válido exercitarmos nossa capacidade de reflexão. Não podemos apenas buscar nos medicar, como forma única e principal por esta exigir menos envolvimento com o processo que estivermos vivendo e seguir em frente sem atentar para os motivos mais inconscientes que estão determinando nossas escolhas ainda que estas possam estar parecendo às únicas cabíveis.
Muitas pessoas hoje em dia estão sofrendo da chamada Síndrome de Pânico.
É interessante notar que em geral são pessoas muito capazes, com personalidade do tipo independente que, em algum momento, começam a se sentir o contrário do que essencialmente são. Tornam-se limitadas, apavoradas...bloqueadas por seus medos. Buscam incessantemente as causas e nada parece estar associado a nada, o que lhes aumenta ainda mais o medo, inclusive o de não ficarem curadas.
Aumenta a ansiedade e com isto as chances de crises e estas lhes tornam cada vez mais temerosas e limitadas, Por quê? Por que será?!
Há que se analisar criteriosamente, mesmo porque várias podem ser as causas assim como as formas de tratamento.
Vale sempre lembrar o quanto vivemos longe de nós mesmos alienados...inconscientes.
Vivemos reagindo, ou seja, agindo não espontânea e livremente, mas em resposta a alguma coisa.
Como não paramos para pensar mais profundamente nas coisas que estão nos acontecendo, temos que dar respostas ao que está sendo proposto a cada momento.
Perdemos o contato com o nosso eu.
Há tanto o que fazer...Mas sempre dizemos não termos tempo para aquelas coisas que exigiriam mais de nós. Autoconhecimento? Não, a medicina está avançando tão rapidamente que logo teremos os remédios para estes desconfortos mentais e emocionais.
Até quando fugiremos deste momento? Por que é tão difícil parar? Por que continuamos achando alguém ou alguma coisa resolverá por nós a situação? Por que permanecemos alheios ao que nos acontece?
Somos responsáveis por nós mesmos, pela vida que estamos delineando...
Por que não buscamos mais? Por que não mergulhamos nas pistas que estão sendo dadas e usar a situação como um motivador para arranjar a força necessária para vencermos nosso comodismo e automatismo?!
Não adianta deixarmos na mão dos outros ou culpá-los pelo nosso sofrimento... Sempre devemos nos perguntar se estamos agindo ou apenas nos lamentando.
Como agir se temos medos que nos tornam tão restritos? Entrar em contato.
Fugir só aumenta a dimensão do problema e nos torna frágeis e vulneráveis.
Além disso, tememos muito o que não conhecemos ou dominamos. Mas nunca as coisas acontecem do nada. Por isso é preciso nos aproximar mais de nós mesmos, pois as respostas estarão neste lugar: o do inconsciente. Muita gente fica apavorada com isso pois não se sente capaz ou tem medo e muitas vezes optam por caminhos mais passivos, relativamente, como massagens, tratamento exclusivamente medicamentosos, hipnose, etc..."façam com que eu fique bem". Nada contra método algum e sim um alerta para o pensamento mágico ou medroso.
Precisamos crescer, buscar, escolher...questionar. Ninguém poderá viver a nossa vida por nós, resolver nossos problemas.
Temos muito medo de sofrer. Tememos até pensar no que possa nos acontecer...
É preciso perceber que o que nos chega deve ser por nós bem recebido.
Devemos nos abrir a vivenciar as situações com fé e sem desespero, na certeza de que se algo está se apresentando em nossas vidas deve ter alguma função importante.
Lutar contra, resistir, só tornará as coisas piores.
Nada de jogar a toalha ou pensarmos que merecemos sofrer. Devemos é lidar com a situação. Cultivar o firme propósito de viver! Combater em nós, tudo o que é contrário à opção pela vida, o desânimo, a preguiça, o negativismo e todo o tipo de ato que consciente ou inconscientemente nos leve à autodestruição...e nos deixar ensinar e moldar a cada momento, a cada situação, a cada tristeza, a cada vitória...
Ir em frente, lidar com o medo de viver e de ser o que se é.
...ser, amar, viver

(www.psicologiaefe.com.br)
Muita Paz!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Reflexão sobre as Catástrofes!


"As grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus" [1].

Na vida humana, tudo tem uma razão de ser, nada ocorre por acaso, ainda mesmo quando as situações se nos afigurem trágicas. O caos parece-nos um evidente episódio de resgate coletivo. Mas, urge refletir necessariamente que, ante as situações trágicas da Terra, o ser humano adquire mais experiência e mais energias iluminativas no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar cada instante de sua vida. Com as verdades reveladas pelo Espiritismo, compreende-se, hoje, a justiça das provações. A Lei de causa e efeito, entendendo-a como sendo, dentre outras possibilidades, uma amortização de débitos de vidas pregressas, esclarece-nos sobre o problema da dor.

Para cada tragédia, tem que haver uma explicação plausível. Qual o significado dos milhares de seres que foram tragados pelas águas do Tsunami - catástrofe, cujas dimensões deixaram o mundo inteiro consternado? Para as tragédias coletivas, somente o Espiritismo tem as respostas coerentes, profundas e claras, que explicam, esclarecem e, por via de conseqüência, consolam os corações humanos, perante os ressaibos amargosos dessas situações.

É bem verdade que as catástrofes naturais ou acidentais, vitimam centenas ou milhares de pessoas. Nesses episódios, as imagens midiáticas, virtuais ou impressas, mostram-nos, com colorido forte, as tintas do drama de inúmeros seres, enquanto a população recolhe o que sobrou e chora seus mortos.

Em muitas das situações, o nexo causal, entre a catástrofe e a ação humana, acha-se presente [2]. Atualmente, nem é preciso ter o dom da profecia para se fazer uma projeção sobre o triste cenário do futuro do nosso Planeta. Temos consciência de que estamos na iminência de desastres ecológicos, sem precedentes, em face da rota de colisão entre o homem e a Natureza.

Em 1985, os cientistas identificaram um buraco na camada de ozônio, sobre a Antártida, que continua se expandindo, assustadoramente. A redução do ozônio contribui para o "fenômeno estufa". As conseqüências dessa síndrome são catastróficas, como o aquecimento e a alteração do clima, precipitando a ocorrência de furacões, tempestades severas e, até, terremotos. O efeito do "El Ninõ e La Niña", também é aterrorizante, pois que acelera o degelo das calotas polares, aumentando, conseqüentemente, o nível do mar e inundando regiões litorâneas. Prova disso, são os registros de diminuição das geleiras no Himalaia, nos Andes, no Monte Kilimanjaro, e a única estação de esqui da Bolívia, Chacaltaya, pôs fim à sua atividade, pela escassez de neve naquela região.

Por que não nos mobilizamos em adotarmos medidas urgentes de prevenção, evitando, assim, um mal maior, ou seja, um caos ecológico para nós mesmos e, principalmente, às gerações futuras, ao invés de ficarmos, apenas, como espectadores? Devemos ficar atentos, abrir os nossos olhos para os alertas dos especialistas, pois já está demasiado claro que é, apenas, uma questão de tempo, para que as conseqüências nefastas das previsões comecem a afetar, brutalmente, as nossas vidas e, principalmente, as vidas de nossos filhos e netos.

Os flagelos destruidores também ocorrem com o fim de fazer o homem avançar mais depressa. A destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos, que adquirem, em cada nova existência, um novo grau de perfeição. "Esses transtornos são freqüentemente necessários para fazerem que as coisas cheguem mais prontamente a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos" [3] Portanto, esses flagelos destruidores têm utilidade do ponto de vista físico, malgrado os males que ocasionam, "pois eles modificam algumas vezes o estado de uma região; mas o bem que deles resulta só é geralmente sentido pelas gerações futuras" [4]

Sobre a questão de resgates coletivos, muitos autores espirituais explicam, que indivíduos envolvidos em crimes violentos, no passado e, também, no presente, a lei os traz de volta, por terem descuidado da ética evangélica. Retornam e se agrupam, em determinado tempo e local, sofrendo mortes acidentais de várias naturezas, inclusive nas calamidades naturais.

Assim, antes de reencarnarmos, sob o peso de débitos coletivos, somos informados, no além-túmulo, dos riscos a que estamos sujeitos, das formas pelas quais podemos quitar a dívida, porém, o fato, por si só, não é determinístico, até, porque, dependem de circunstâncias várias em nossas vidas a sua consumação, uma vez que a Lei de causa e efeito admite flexibilidade, quando o amor rege a vida e "o amor cobre uma multidão de pecados" [5]

Emmanuel explica que: "na provação coletiva, verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O mecanismo da justiça, na lei das compensações, funciona, então, espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas na dívida do pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais - doloroso acaso - às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais" [6]
Aquele que se compraz na caminhada pelos atalhos do mal, a própria lei se incumbirá de trazê-lo de retorno às vias do bem. O passado, muitas vezes, determina o presente que, por sua vez, determina o futuro. "Quem com ferro fere, com ferro será ferido" - disse o Mestre. Porém, cabe a ressalva de que nem todo sofrimento é expiação. No item 9, cap. V, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec assinala: "Não se deve crer, entretanto, que todo sofrimento porque se passa neste mundo seja, necessariamente, o indício de uma determinada falta: trata-se, freqüentemente, de simples provas escolhidas pelo Espírito para sua purificação, para acelerar o seu adiantamento" [7]. Portanto , o meio ambiente em que a alma renasceu, muitas vezes constitui a prova expiatória; com poderosas influências sobre a personalidade, faz-se indispensável que o coração esclarecido coopere na sua transformação para o bem, melhorando e elevando as condições materiais e morais de todos os que vivem na sua zona de influência [8]


FONTES
Site: http://jorgehessen.net1.Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 19892.Segundo pesquisa, desde 1980, Em Santa Catarina, ocorreram 3.375 decretações de situação de emergência e de estado de calamidade por desastres naturais. Com 1299 por enchentes, 555 por enxurradas, 502 por vendavais, 492 por estiagens. Em 1990, foi elaborado um plano de alargamento do rio Itajaí-Açu, e um canal de 10 km, que desviaria o curso do rio, desaguando o excesso de água no mar. Este projeto está parado no Congresso Nacional até hoje.3.Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB, 1988. Perg. 7374.Idem pergunta 7395.Cf. Primeira Epístola de Pedro Cap. 4:86.Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, Perg 2507.Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, item 9, cap. V8.Idem questão 12




Muita Paz!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A luz em nossas vidas !


      
Foi um sonho, há muito tempo acalentado, esse de o homem poder viver num ambiente iluminado.
Em 1828, Thomas Alva Edison conseguiu, pela primeira vez, a lâmpada elétrica de filamento.
A partir desse momento, tudo se modificou na sociedade. Cinquenta anos depois, Joseph Swan patenteou a lâmpada incandescente, que passou a ser industrializada.
É inconcebível hoje, para nossa mentalidade, um mundo sem luz elétrica. Ficamos a pensar no que seria uma casa iluminada por tochas, por candelabros, por velas.
Pode ser muito romântico um jantar à luz de velas. Contudo, viver uma vida inteira tendo que ler, fazer os serviços domésticos, tratar de doentes, costurar utilizando-se de velas, de tochas, de lampiões, de lamparinas... Inconcebível!
A própria natureza nos fala da importância da luz porque nos dá, ao longo do dia, o brilho solar. Quando estamos vivendo sob o brilho do sol, complicado pensar na noite escura.
Quando estamos refletindo sobre a noite escura, temos a oportunidade de pensar no brilho do luar e nos beijos cintilantes das estrelas.
A luz é, em verdade, a grande mensagem do Criador diante das trevas que ainda empanam a vida humana.
Diz o Velho Testamento, no livro do GênesisE o Senhor fez a luz. Faça-se a luz. Fiat lux. E a luz se fez.
E Jesus de Nazaré afirmou sem rebuços: Eu sou a luz do mundo. Aquele que andar em mim, jamais conhecerá as trevas.
Naturalmente que a luz de que falava Jesus Cristo não era uma luz física. Ele falava de uma luz mental, de uma claridade espiritual, de algo que Ele viera trazer ao mundo para nos retirar das nossas sombras.
Sombras de ignorância, noites de maldade, escuridão dos tormentos. Então, Ele veio como um astro do dia, uma estrela de primeira magnitude, com essa coragem de dizer, em pleno período das sombras: Eu sou a luz do mundo.
Mas o Homem de Nazaré ainda propôs que nós também trabalhássemos por desenvolver a nossa própria claridade: Brilhe a vossa luz.
Jesus propõe que façamos brilhar a nossa própria luz, porque somos lucigênitos. Fomos criados, gerados pela luz de Deus.
Esse é um convite para que trabalhemos o quanto nos seja possível para sairmos das trevas do não saber, do não sentir, do não amar, do não viver.
Em outro momento, asseverou o Celeste Amigo: Quando os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.
Os nossos olhos bons não são os olhos da face. É a nossa maneira de ver as coisas, nossa visão de mundo, nosso olhar sobre as pessoas.
Na medida em que formos misericordiosos, atenciosos, fraternos para com os outros e seus problemas, é natural que estaremos evoluindo, crescendo na direção do Altíssimo.
Todo o nosso ser espiritual, o nosso corpo espiritual, nosso corpo astral brilhará: Todo o teu corpo terá luz.
Todos os grandes gênios espirituais do mundo valorizaram a luz. Não é à toa que Siddhartha Gautama, o grande Buda, é chamado a luz da Ásia.
Por isto, quando Jesus afirma ser a Luz do mundo, Ele ultrapassa as dimensões de todas as terras, de todos os seres e Se mostra de fato como a Luz, Modelo e Guia para todos nós.


(Redação do Momento Espírita, com base no programa televisivo Vida e valores – A luz elétrica, gravado por Raul Teixeira, em agosto de 2009, no Teatro da Federação Espírita do Paraná. 
Em 19.08.2011)
Muita Paz!

domingo, 4 de setembro de 2011

O Trabalho Nosso de Cada Dia!

Há alguns anos, eu observava pessoas que se diziam espiritualizadas (e eram tidas como tal no meio que freqüentavam ); olhava as
fisionomias, os corpos, os jeitos de falar, de brigar, de demonstrar alegria...

Naquele tempo, eu só sentia que alguma coisa no corpo não combinava com o discurso filosófico e com os códigos de conduta que seriam coerentes. Porém, por falta das informações { cursos, estudos e vivências } que só chegariam posteriormente, eu não conseguia decodificar as discrepâncias observadas.
Meu organismo respondia a uma leitura inconsciente através de seus sinais : " Hum, isto que você está dizendo não é verdade"... Ou ainda: "Não consigo confiar em você!" Bem...mas, você, leitor, sabia que 90% de nossa comunicação é não verbal? Você sabia que, se realmente quisermos não ser somente "bonzinhos", mas vivos, completos, verdadeiros, sem máscara, o trabalho de desenvolvimento interior assume uma proporção muito mais ampliada?
Tomemos como referência, para esta curta análise, por exemplo a " Oração de Jesus em Aramaico":
"Ó Pai - Mãe do Cosmos, Origem nossa! / Direciona tua luz dentro de nós, tornando-a útil. / Cria teu Reino de Unidade, agora. / Que somente o teu desejo possa atuar dentro e junto ao nosso desejo, assim como em todas as ondas de Luz e em todas as suas formas. / Provê, para cada dia, tudo de que necessitamos em pão e entendimento./ Desfaz os laços dos erros que nos prendem, assim como nós liberamos as amarras com que aprisionamos os erros dos nossos irmãos./ Não permitas que a superfície e a aparência das coisas do mundo possam iludir-nos e libera-nos de tudo o que nos detém./ De ti, nasce toda a Vontade Reinante, o Poder e a Força Viva da ação - a canção que nos renova de idade em idade e a tudo embeleza. / Possam a Tua Vontade, poder e ação - afirmamos com viva força - ser solo fecundo de onde cresçam todas as nossas ações. Amém."
Nossa origem cósmica é a luz, a unidade com a dimensão divina. Em realidade, no silêncio de nossas meditações, na amplidão de nossa quietude e silêncio interior, afinamo-nos com este Todo que dificilmente acessamos no turbilhão de nossas inquietações diárias. Quando pedimos que a luz seja direcionada, é preciso que estejamos abertos para esta "descida" da energia em freqüência vibratória muito sutil, o que não acontece se não vencemos o empuxo gravitacional, ao qual estamos condicionados e que se caracteriza pelos apegos às coisas, aos relacionamentos, às atitudes cristalizadas no corpo.
Esta força que impede o fluxo energético, comumente limita as experiências espirituais mais genuínas e profundas, por nos colocar em sintonia com o peso, com a densidade da vida. Daí que auto - desenvolvimento autêntico significa olhar muito bem para o corpo, para os significados das ocorrências na saúde, para os sinais das situações no trabalho e na família, para tudo que nos rodeia e nos afeta, atingindo, por sua vez, o entorno. Não basta rezar! Já dizia um velho amigo terapeuta. Neste universo globalizado vibracionalmente, mascarar sentimentos, mostrar ser o que não se é, iludir, traz conseqüências à saúde social, uma vez que emperra o fluir entre as pessoas, impedindo a troca verdadeira que é uma expressão do nível divino em cada um.
O trabalho diário de construir felicidade, abundância material, afetiva, espiritual é, sobretudo, um trabalho de abertura do fluxo de energia da Consciência dentro do organismo para então, e somente a partir deste preenchimento, a pessoa irradiá-la, beneficiando o meio, tornando útil a Luz que veicula. É desta fonte que vem a chama da vida, a força, o poder real que vibra , que envolve, que revolve, constrói e cria entusiasmo. O corpo, como o nível mais denso deste aparato psicofísico, pode refletir as claridades cósmicas se puder ser delicadamente tocado, cuidado e cristalinizado a fim de que não contamine as percepções e nuble as relações interpessoais. O pedir representa o consentimento do ego para que as energias originárias dos níveis mais profundos do psiquismo atuem, fertilizando o terreno, "o solo fecundo de onde cresçam todas as nossas ações".
Um indivíduo que mais e mais se trabalha na direção de formar este solo
fecundo em sua personalidade, tem contato real com a sua sombra, com seus desejos, conhece a dinâmica de sua sexualidade, suas carências, seus vazios, sua inflexibilidade, as máscaras que precisou aprender a usar em sua história de vida. Como indivíduo maduro, aceita a si mesmo, para então transformar-se e se transcender. Passa a ser um consigo mesmo e, então abrir-se à unificação com o Pai - Mãe do Cosmos, expressa na sensação ainda transitória para a maioria de nós, de êxtase e plenitude, onde todo pão e todo entendimento aí estão, oferecidos e recebidos sem esforço.

Vêm neste momento à minha lembrança duas pacientes que muito me ensinaram. Ambas tiveram o câncer como mestre. Para uma delas, a morte foi o caminho da cura, por mais paradoxal que possa parecer. Na pseudo inconsciência dos últimos dias, ela pedia: "Abra meu canal! Abra meu canal!", numa expressão dos sentimentos ligados à verticalidade de nossa ligação com o "Reino da Unidade". Para a segunda, antes aprisionada à aparência e à materialidade, seus cabelos caindo, sua imagem mudando, foram o fertilizante das sementes do despertar da maturidade. Tornou-se compassiva, cuidadosa de si nos níveis mais profundos, capaz de se nutrir não mais de ninguém, mas da fonte real de vida. O pedir para ela tornou-se um vibrar constante, um Ser de verdade. Seus códigos de conduta e seus discursos se unificaram, irradiando a partir de seu corpo e de seu ser total um crédito de realidade. Muitos são os caminhos desta aventura evolutiva. Que os nossos possam ser pautados não pela dor que acorda, mas pela Consciência que se revela.
Muita Paz!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Reunião de Satanás!

Satanás convocou uma convenção mundial dos demônios. Em seu discurso de abertura ele disse:
"Não podemos impedir cristãos de irem às suas reuniões. Não podemos impedi-los de ler seus evangelhos e de conhecerem a verdade. Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com seu Criador". E, uma vez que eles ganham essa conexão com Deus, nosso poder sobre eles está quebrado. "Então vamos deixá-los ir para as suas reuniões; vamos deixá-los como trabalho que fazem de divulgação do Reino de Deus e tudo mais que fazem, MAS... Vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo nenhum para desenvolver suas atividades espirituais. Assim seu relacionamento com Deus e com Jesus Cristo acabará gradativamente". O que quero que vocês façam é o seguinte: "Distraia-os a ponto de se afastarem de Jesus".
Como fazer isto? Gritaram seus demônios.
Respondeu-lhes: "Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes". Tentem-nos a gastarem, gastarem e gastarem; a tomar emprestado, a trabalharem incansavelmente." E assim conseguirão.
"Persuadam suas esposas a trabalharem fora durante longas horas, e os maridos a trabalharem 10 a 12 horas por dia, 6 a 7 dias por semana, a fim de que tenham capacidade financeira de manter os seus estilos de vida fúteis e vazios. "Também criem inúmeras situações que os impeçam de passar algum tempo com a família.
A medida que suas famílias forem se fragmentando, seus lares já não serão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do dia-a-dia". "Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranquila que orienta suas mentes". "Encham suas mesinhas de centro com toda sorte de revistas e jornais." "Bombardeiem as suas mentes com notícias, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem trégua. "Invadam os momentos em que estão dirigindo, ou até mesmo trabalhando, fazendo-os ouvir música imprestável e a prestar atenção a cartazes chamativos". "Inundem as caixas de correio deles com informações inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas facilitadas, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços e falsas esperanças." "Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante nas mulheres; e eles se tornarão insatisfeitos com as próprias esposas". "Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para não terem ânimo para seus maridos, e também dar lhes muita dor de cabeça. Se elas não derem atenção a seus maridos, eles começarão a procurá-las em Outro lugar e isto sem dúvida, Fragmentará suas famílias." 
"Ofereça-lhes festas de todos os tipos - grandes, pequenas, dispendiosas e também gratuitas - para que esqueçam das necessidades espirituais e de ensinarem aos seus filhos a verdade sobre o Criador e Seu filho, Jesus." " Dê-lhes o coelho da Páscoa, o papai noel, as festas juninas para que confunda suas mentes sobre a ressurreição de Jesus e o Seu poder sobre o pecado e a morte, e sobre os verdadeiros santos." " Até mesmo quando estiverem se divertindo, que seja tudo feito com excessos, para que. ao voltarem dali estejam exaustos e não tenham mais Energia para buscarem a Deus. "Mantenha-os ocupados, ocupados e ocupados. E conseguirão." " E, quando se reunirem para um encontro, uma reunião social, envolva-os em fofocas e conversa sem importância, tagarelice prejudicial para que, ao saírem, sintam-se aborrecidos e desanimados." Encham suas vidas com muitas causas nobres e importantes a serem defendidas de modo a não terem mais algum tempo para buscarem o verdadeiro Amor e sua Justiça."
Logo eles estão buscando em suas próprias forças, as soluções para os seus problemas e causas que defendem; confiando nos governos e suas soluções, e sacrificando sua saúde e suas famílias pelas causas que apoiam.
"Isto vai funcionar! Isto vai funcionar!"
Os demônios ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos em todo o mudo, ficassem mais ocupados, e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias. 
Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre o poder da verdade e sabedoria de Deu e, de Jesus  e de tantos outros Exemplos que seguiram o caminho do Amor para transformar Vidas!
Neste ponto a pergunta é:
Teve o diabo sucesso nas suas maquinações?
Passe isto adiante, se você não tiver muito Ocupado!
(autor desconhecido)



Caminho do meio...
Muita Paz!

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